terça-feira, 22 de maio de 2012

Súplica sentimental.

A verdade é que eu estava esperando as férias para ir te ver. Já tentei renegar isso que sinto. Acho que você deve ter entendido errado um texto aí. Pois é. Fiquei assustada, chateada, angustiada, sei lá. Só queria te ligar e tentar te explicar a situação atual, não está nada fácil. Tanta novidade, tanto problema, tanta falta de saúde. Tanta falação e tantas pessoas. Complicado mesmo. Talvez eu tenha errado em expressar minha raiva em um local tão público, é. Não suma, não fique chateada. É uma súplica. Volte. Fique.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Tempo indiferente.

Tão complicado ser eu. Tão difícil entender os "porquês" de cada fase da vida. Tão impossível compreender a vida e as relações estabelecidas entre os seres. Pensamentos surreais, um pouco de religião e fé. Viver o presente, tarefa quase impossível. Imaginar o futuro ou se fechar no passado é um tanto mais simples. E simplicidade é tão tão relativo... Esses amores já se tornaram tão clichês. As amizades são de desmesurada frieza. Talvez eu ainda consiga acreditar em príncipes encantados, fadas e gnomos. Inspiro amor. Acredito em mudanças. É. Isso não é bom, não mesmo. 
O fato é que é bem mais fácil se considerar o patinho feio e entrar em um casulo do que entender as dificuldades e procurar mudanças, todos sabem disso. Todos estão assim. Sair para assistir um curta no cinema, tomar um café em lugar qualquer são atos raros que fazem parte da rotina de poucos (raros também). Talvez eu deveria ter vivido em um outro tempo.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Apoio meu.

"Quanto mais eu estudo e tento chegar a algum lugar, mais o universo se dilata, mais consciente eu me torno de tudo que não sei e nem vou saber. Dos livros que eu não lerei e das palavras que não serão escritas..." (Victoria Saramago)

Meu primeiro.

Você foi meu primeiro amor. A verdade é que tenho imensurável carinho quando penso em você. O coração aperta de pensar que está tão, tão longe e, que nem sei mais se em algum dia nossos caminhos vão se cruzar novamente. Se isso acontecer, noutro momento qualquer, tenho mais umas palavras para lhe dizer. Infinitas talvez. 














Para a menina linda.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Menina, menina!

Aquela risada desajeitada e um tanto quanto desastrosa é bonitinha, as vezes. Eu sei bem o que você está pensando, menina. Você não sabe muito bem, mas seus instintos já estão agindo. Ser a primeira é sempre uma catástrofe. O maldito coração se apega e eu não poderia corresponder aos seus sentimentos, estou muito fria para isso. Você ainda tenta negar seus atos, suas vontades. A noite deve ficar deitada,  imaginando se já percebi suas intenções. Que pena que você não pode ler isso (risos). Sim senhora, já sei bem o que queres. É meio improvável. Esse seu jeitinho atiçado me lembra aquela outra coleguinha de classe de um ano atrás, os papéis se inverteram. Os arrepios, os toques, as besteiras que você pronuncia. É provocante. Talvez no fim da semana, na festa aqui em casa. Umas bebidas, umas indiretas. O toque. Você e eu, no quarto. Malditos pensamentos! Isso não pode acontecer, não estou com paciência pra continuar com nada, e você é dessas que se apega. Não consigo suprir carência minha, quanto mais a alheia. 

Dias de chuva.

Tentei te ligar esses dias. Aliás, todos os dias. Esse seu descaso já me atraiu, hoje não está repercutindo da mesma forma. Já senti bem mais. Se tivesse tido um pouco mais de cautela e paciência teria dado certo. Não tive. Derramei lágrimas. Senti o maior amor de todos, paixão indomável. Não sei mais o que sinto, passou talvez.
Eu até entendo esse seu jeito, não deve ser simples suportar falação. Diálogos e monólogos. Jesus, Deus, pecado, pregações. Certo e errado, julgamentos. Mas você tem capacidade de ter sua própria opinião, de lidar com as situações de forma inteligente. Até tentei te ajudar, você não quis. Aquela frase super clichê que diz que "quem muito se ausenta, deixa de fazer falta" faz um pouco de sentido agora. O problema não é você,  nem eu, nem outros. As pessoas são todas assim, agora. As relações são imparciais, pessoas são frias. Já tentei acreditar tantas vezes em tantos sorrisos. Me decepcionaram todos, todas. A verdade é que gostamos sempre do esnobe. Há outras belezas tão mais raras por aí. 
Esse meu martírio de querer que tudo seja sempre tão intenso, duradouro. Nunca foi. Deveria entregar-me a fugacidade, a casualidade. É. Isso. Nem sei mais porque tento te escrever algo, demonstrar o que sinto. Esse dia chuvoso de depressão seria perfeito para aceitar que você se foi. Aliás, você nunca existiu. Era só sentimento meu. 
Esse seu desleixo fez com que meu coração se desapegasse, deixei-te partir. Essa é a explicação emocional (risos). Um dia deixei de ser tapada e enxerguei o seu descaso. Essa é a explicação racional. 
Por que toda essa melancolia? A verdade é que nem me lembro mais. Sei nem o propósito de ter começado a escrever isso. Hoje o dia estava alegre, deve ser a chuva que veio trazer lembranças tortas.


sábado, 12 de maio de 2012

Monólogo.

Eu poderia ter escolhido acreditar nas coisas que você dizia. Mas não, foi melhor não. A vida é mais interessante quando nos entregamos aos sentimento repentinos, eu sei. É, talvez seja. Preferi não o fazer. É o certo? Sei também não. Só sei que foi mais racional, porém menos divertido. Sinceramente, eu me assustei com todo o meu desapego. Consegui sozinha enxergar o real (risos). Isso é realmente engraçado. Até ontem eu era tão mais bobinha. Também amava mais intensamente. Amo ainda, eu acho. Apenas estou aprendendo a me segurar um pouco mais, demonstrar um pouco menos. Sou "bicho-grilo", faço parte dessa "geração coca-coca" revolucionária, mas só nos pensamentos, não tenho atitudes ainda. Não bebo, não fumo. Estudo coisas desinteressantes. Sei muito, mas não tenho com quem compartilhar. Talvez eu quisesse alguém com quem eu pudesse discutir sobre a Revolução Russa, o sistema capitalista, o holocausto. Talvez eu não queira ninguém mais. Por enquanto tá bom assim. Há dias de saudade (do que não foi vivido). Há noites-sem-sono que penso em você. Há sonhos também, em que você está, quase sempre, presente. Nem sei mais porque escrevo coisas pensando em ti. Outro dia reescrevo essa história. É.



sexta-feira, 11 de maio de 2012

Foco.

Tudo que eu quero agora é continuar no meu casulo, com toda essa minha motivação e, aproveitar esse tempo bom para ir atrás dos resultados. O caminho está aberto para coisas novas, porém o coração está um tanto quanto fechado para sentimentalismos amorosos, coisa e tal. O foco agora sou eu. O caminho é longo, a minha vontade é maior. Essa fé-quase-inabalável me empolga, está sendo meu alicerce. Só queria saber a quem agradecer por essas poucas pessoas tão lindas que completam o meu ser.