Preocupa-se. Manda mensagem. Liga. O outro não atende. Liga de novo. Escreve as coisas mais lindas. Tenta novamente. Conta e canta histórias diversas. Eu te amo. Blá blá blá. "Exagerado, jogado aos seus pés". E sei lá o quê.
Cansa, descansa. Escreve e apaga. O dia todo, você está nos pensamentos. Não se importa. Rejeita. E a estrada é l
on
g
a
Sei pra quê não. Isso de amor é complicado, né? Tão complicado que faz a gente desacreditar. E, devagarzinho, a gente vai até deixando de amar. Começa quando deixamos os livros e filmes românticos de lado e passamos a ler livros de jornalistas.
Os perfumes já não são tão cheirosos. As flores não são tão belas. Os finais de filmes não provocam choro. As pessoas ficam mais feias e sem encanto.
Primeiro amor se veio, se vai. Volta!
Segunda chamada de vestibular é aceitável. Mas ser segunda opção? Nananinanão.
Se é pra ser amor, que seja espontâneo. Se é pra ser bom, que seja pra todos. Se é pra ser, que seja maduro. "Eduardo e Mônica" é só na música, eu sei. Mas... se não fosse pra gente ser feliz, Deus não teria caprichado tanto nos detalhes, né.
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