segunda-feira, 28 de outubro de 2013

onapmuz

E por algum motivo, você reacendeu em mim aquela antiga vontade de escrever. Durante tanto tempo escrevi coisas sobre amor e dor. Depois, quando não mais podia o fazer, escrevi textos e mais textos sobre ética e política, mas em outros cantos por aí. E sabe, eu estava feliz assim. Pela primeira vez, acreditei na realização do meu sonho e cheguei a sentir quase de perto o cheirinho da conquista. Me senti forte na luta, sabe? Mas pra isso, ignorei todos os amores e tornei-me fria perante os sorrisos meigos. Tampei os ouvidos e segui em frente. Quem eu amava partiu pela mesma porta que entrou. Quem me alegrava ainda não disse adeus, mas está distante. De repente, da maneira mais estranha, aparece uma menina-gracinha, que tem aqueles jeitinhos que encantam tanto, que te fazem fazer cara de boba. Sinto vontade de te conhecer mais. Leio e releio as palavras grafadas pelos seus sentimentos, nos seus textos. Entendo o que sente. Admiro o que diz. Concordo com a sua postura. Sei lá. Quem sabe um dia você saiba, que em algum momento, eu sorri feliz por causa de uma das suas carinhas fofas.

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