terça-feira, 15 de maio de 2012
Menina, menina!
Aquela risada desajeitada e um tanto quanto desastrosa é bonitinha, as vezes. Eu sei bem o que você está pensando, menina. Você não sabe muito bem, mas seus instintos já estão agindo. Ser a primeira é sempre uma catástrofe. O maldito coração se apega e eu não poderia corresponder aos seus sentimentos, estou muito fria para isso. Você ainda tenta negar seus atos, suas vontades. A noite deve ficar deitada, imaginando se já percebi suas intenções. Que pena que você não pode ler isso (risos). Sim senhora, já sei bem o que queres. É meio improvável. Esse seu jeitinho atiçado me lembra aquela outra coleguinha de classe de um ano atrás, os papéis se inverteram. Os arrepios, os toques, as besteiras que você pronuncia. É provocante. Talvez no fim da semana, na festa aqui em casa. Umas bebidas, umas indiretas. O toque. Você e eu, no quarto. Malditos pensamentos! Isso não pode acontecer, não estou com paciência pra continuar com nada, e você é dessas que se apega. Não consigo suprir carência minha, quanto mais a alheia.
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