terça-feira, 24 de julho de 2012

Pra não esquecer do mal lembrado.

Da balada pro bar, do bar pra sei lá onde. As roupas foram tiradas, os corpos ficaram despidos. As mãos foram e voltaram por toda parte. Trás mais uma tequila, inconsciente é mais gostoso. Tentava abrir os olhos. As luzes, no teto, pareciam estrelas, mas estavam um pouco embaçadas. Respiração ofegante. Um pouco mais pra baixo. Boca lá, mão ali. Seios, coxas, cabelo comprido, rosto macio. Mais perto, junto, mais rápido. Puxa aqui, aperta ali, dedinho lá. Gemidos. Tem vodka aí? Te conheço não, mas na cama até que é boa. Bebe mais um pouco, deita aí, vou descer. Viro a garrafa, a bebida começa a cair nos seios, desce pela barriga, continua descendo (arrepia), chega onde deve. Tá gelado, eu sei. Mas arrepio é bom, né? Eu bem escutei o resultado. Língua pra lá e pra cá. O gosto tá agradável. Demora um pouco mas vai. É, nada mal. Sabe nem onde está, mas sabe bem o que tá sentindo. É. De novo, talvez. (rs)









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