sábado, 18 de agosto de 2012

Minha, sua.

Sinto falta daquilo que a gente era. Daquilo que a gente sentia, do amor que a gente tinha. Não sei mais como é entre você e seu novo par. Quero saber também não. Sei lá... Deu um certo ciume quando ouvi você falando do seu dia-dia. Tá tendo o que sempre quis, né? A família, as responsabilidades de casa, casamento. E eu também estou da forma que escolhi... Os livros, a escola, o cursinho, a medicina. É, eu sinto muito a sua falta. Mas eu faria a mesma coisa... Não há arrependimento do que já foi feito. Só que sei lá, consigo ter isso de amizade não. Tenho malícia, desejo, falta de carinho seu. Tenho ternura, alegria em falar com você. Não é o certo, eu sei. Por que eu to falando sobre isso? Sei também não. É só que deu vontade de registrar essa falta de você que surgiu em mim. Essas últimas conversas foram estranhas... Não te senti minha, nem me senti sua. Mas deu uma saudade de quando eu achava que você era minha e de mais ninguém. Deu uma vontade de te ligar sem me preocupar com nada. Deu vontade de te chamar de 'amor'. Amor seu, amor meu, nosso amor. Saudade da cama, das chatices, de você falando do cheiro do meu hidratante. Sabe aquele anjinho da latinha??? Tem seu perfume até hoje! Enfim... Logo isso passa!

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