domingo, 22 de janeiro de 2012
Nada é amado sem motivo. E se, alguém é amado e não consegue enxergar o motivo, é porque não enxerga também o seu próprio valor. Ama-se a essência do outro, seu jeito e defeitos. Ama-se o olhar, o sorriso, o jeito de falar e a voz. Ama-se por inteiro, no amor não existe medida: se ama, ama. Ama-se as cores, os gostos. Ama-se a respiração e o abraço. Ama-se o beijo, o cheiro. Ama-se, acima de tudo, os defeitos. Sim, quem ama não quer mudar o outro, apenas o ama da forma que é. O valoriza em sua forma real. Quem diz que ama e tenta modificar o outro, não o ama... está apenas tentando moldar algo perfeito para amar, e, quem realmente ama, já enxerga a perfeição em todos os detalhes. Quem ama, de alguma forma, quer ficar perto, mas, também suporta a distância. Quem ama se preocupa e cuida. Quem ama não cobra, se doa. Quem ama quer o bem, protege e mima, e, mais uma vez, sem cobranças. Chora, desespera, grita ao mundo sem vergonha alguma. E, benditos são aqueles que conseguem enxergar o amor, seja amando, seja sendo amado. Pois, o amor nunca acaba, apenas se modifica. Permita-se ser amado, cative o amor, ame.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Aquilo era novo, casual, intenso. Nada importava além daquele desejo que as consumia. Qualquer lugar vazio seria suficiente para estarem na sintonia da mais pura intimidade. E então, naquele quarto, nada mais importava... segredos, consciência, nada mais tinha importância. Desejavam apenas que aquele momento não findasse. Se entreolhavam com desejo e vergonha... sabiam muito bem o que aconteceria, era o que desejavam. Então, sem pensar em mais nada, começaram se beijar delicadamente, entre sorrisos e palavras. O desejo aumentavam a cada instante. O beijo ficava então mais ofegante, as mãos percorriam pelo corpo uma da outra, pernas entrelaçadas. Então... a primeira jogara a outra na cama, estavam então deitadas, tímidas. Ela despia a outra, delicadamente. Tirava sua blusa e fora mordiscando sua barriga, do umbigo até chegar em seus seios, desabotoando então seu sutiã com a boca. Fora descendo então, percorrendo sua língua pelo corpo da outra, desabotoara sua calça, tirara. Fora mordiscando sua coxa, acariciando seus seios com as mãos e, enquanto isso, tirava sua calcinha com a pontinha dos dentes, mordiscando. A segunda estava ali... deitada, despida, ofegante, molhada, excitada. E a primeira, após despi-la, começava a acariciar, massagear seu corpo, escorregar sua língua, mas, em momento algum encostava as mãos ou a boca no 'local proibido'. A segunda gemia de prazer, contorcia-se, desejava mais, estava excitada, queria a boca da outra lhe chupando, lhe fazendo sentir o máximo prazer que pudesse. Pedia, implorava, estava sendo torturada da forma mais cruel e mais prazerosa. E então, quando já estava se contorcendo, pedindo mais, gemendo, a outra descera mais a boca e chegara onde tanto queria. A chupava, lambia, com toda a vontade que tinha. A outra fazia movimentos com os quadris, rebolava. Sentia a língua da outra lhe penetrando, lambendo, chupando. A outra continuava lha chupando e então, penetrava seu dedo na outra... movimentos múltiplos. Os movimentos estavam mais intensos, aumentava-se o ritmo. A chupava com toda intensidade, apoiava-se em seus seios com uma das mãos, acariciava, apertava... com a outra, a penetrava, e aumentava o ritmo cada vez mais. A outra estava cada vez mais ofegante, gemia, queria sentir... A outra, concentrada, continuava com o mesmo ritmo e apenas fazia movimentos diferentes. Girava seu dedo, mordiscava seu clítoris e a chupava. Então, em meio a gemidos cada vez mais intensos, ela chegara a seu ápice e gozara... gozara ali, na boca da outra. E tudo que as duas desejaram, em partes, havia acabado de se realizar.
Algo novo.
Dias novos, novas idéias. Pessoas que perdem a importância que outrora era tão única, outras que chegam de repente e me fazem pensar em algo novo. No momento, tudo que preciso é de uma bebida, uma noite sem pretensão, solidão, um amor de uma noite só.
Pessoas interessantes surgem aos poucos, falam coisas agradáveis, me fazem sair da rotina.. Invista um pouco mais, insista, arrisque. E depois, em um dia qualquer, te recompenso de uma forma agradável e mutua. Venha até mim. Sinta, arrepie-se, arrepie-me. Fique em silêncio. Fique ofegante. Apenas fique esta noite. Aproveite, beije, abrace, arranhe, escute, grite, torture. Faça-me sorrir e divirta-se junto. Faça o que quiser. Apenas faça. E por um instante, se distraia. E... volte sempre.
Pessoas interessantes surgem aos poucos, falam coisas agradáveis, me fazem sair da rotina.. Invista um pouco mais, insista, arrisque. E depois, em um dia qualquer, te recompenso de uma forma agradável e mutua. Venha até mim. Sinta, arrepie-se, arrepie-me. Fique em silêncio. Fique ofegante. Apenas fique esta noite. Aproveite, beije, abrace, arranhe, escute, grite, torture. Faça-me sorrir e divirta-se junto. Faça o que quiser. Apenas faça. E por um instante, se distraia. E... volte sempre.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Coisas do coração.
Noite breve, profundo silêncio, pessoas desinteressantes, atos alegres, coração atormentado pelo passado. O que transparece em meu rosto ou no tom da minha voz, não condiz com a angústia que aflige meu interior. Penso em você, naquele seu jeito que tanto me encantava e, percebo então que não era apenas encanto. É algo maior, pois, mesmo na sua longa ausência, permaneceu. De forma menos dolorosa e aflita, mas, permaneceu. Esse seu jeito, pequena. Esse seu mistério. Deixe-me te encostar apenas mais uma vez, e agora, nada preciso te dizer, apenas tente ouvir minha mente e sentir essa energia. Faça tudo da minha forma e eu apenas cuido de me controlar. Vamos até ali, em um lugar escuro... deixe-me te mostrar aquela estrela, te contar um segredo e te fazer sentir algo bom. Diga-me palavras aleatórias, porque, pra mim, todas as suas palavras têm um significado. Deixe-me te amar por instantes e depois apenas me guarde contigo. Diga-me o que te faria feliz e, eu faria qualquer coisa pra te ajudar. Permita-se apenas e eu cuido do resto. Por um tempo, mesmo que seja curto, seja a minha menina, a minha pequena. E, quando se for, não me deixe por inteiro, pense em mim. Ou apenas me faça acreditar, que em algum momento eu estarei em seus pensamentos.
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