sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Não se entristeça.

Tenho pensado tanto em você, que devo estar te mandando toda a energia positiva que consigo adquirir.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A vida é tão rara!

Nesses momentos penso em o quanto vale à pena estar disposta. Se bem que , ultimamente, to disposta a quase nada. Mau humor machuca. Palavras cortam mais que faca afiada. E pessoas não pensam. A humanidade não sente. Não ama. Não vê. Sofre. Depois... Se perguntam porquê. Onde não há amor de si pra si, não há de haver amor de outro pra si. E é assim. Sem muita filosofia. Cuidado. Cuide para que esse amores, que lhe são doados, perdurem. Isso é coisa rara nesse mundo nosso. Pense. Ame-se. 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

When I Look At You - Miley Cyrus

Sem mais, frôr.

Revoltinha por medo.

Não há como não sentir medo. Toda aquela filosofia da meditação é muito certa. Mas... Quase impossível de se praticar. Abstrair sentimentos não é fácil não.  O medo do incerto vem e aflige. O apego pelo outro dói. A questão é exatamente essa. Amor não dói. O que machuca é esse apego. E é, posteriormente, o que causa saudade. Não sentir isso ou aquilo é treino. Eu sei. Todos sabem. Mas é bem mais fácil se entregar à dor e aos pensamentos negativos. Por isso estou preocupada com a conversa de hoje. Não sei qual o assunto a ser tratado. O que eu pensava que poderia ser, não parece ser mais. Ansiedade maldita. Medo de hoje. Medo de depois. Sempre buscando força. Sempre cansando. Quase nunca em paz. Quase sempre alegre. Sempre sonhando com algo. Tem machucado, tem doído. Vai continuar assim, né?! Então... To implorando pra que o Universo me guie. To cansando de pensar sobre o que é certo ou errado. To cansando de conversas sérias. To cansada dessa gente que não conversa nada.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Manhã de medos.

Pensei que essa manhã seria pior. Reparei a roupa. Me distraí com coisa qualquer. Fingi bem, pelo menos. 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Tempo, volte!

Agora a noite, ele comentou algo sobre você. Daí, acabei me permitindo voltar a pensar nisso e naquilo. Senti uma pontinha de arrependimento. Senti um pouquinho de falta. Do que?! Sei também não. Deve ser das conversas. Passou.

domingo, 25 de novembro de 2012

Perdão seu, crescimento meu.

Por você, já senti de tudo um pouco. Quando eu era pequena, te admirava imensamente. Era meio que o meu herói mesmo. O mais inteligente de todos os pais do mundo. Lembro das tardes no parquinho de madeira do shopping. Colocava em mim, o vestidinho mais lindo, meia calça branca e uma tiara no cabelo, combinando com a roupa. Sinceramente, eu odiava me portar daquele jeito. Mas era a sua baby-baby. No início da adolescência, me distanciei um pouco. Nem muito perto, nem longe demais. Juntos na medida certa. Quando ela adoeceu, foi a maior confusão. Bem, até hoje, acredito na teoria dela. É a mais óbvia e, também, a mais preconceituosa. Mas isso nem tem feito parte dos meus pensamentos. Tentei questionar. Quando aquela perda doía muito, eu precisava culpar alguém. Isso é humano, né. Senti raiva. Desejei que tudo fosse diferente. Hoje fiquei pensando nisso tudo. Não me arrependo de nada que foi sentido. Era o melhor que eu podia doar pra situação, naquela época. E ficar sem ela, foi difícil até pra você, né? Hoje senti uma gratidão imensa por ter tido você na minha vida. Por ter sido ensinada por ela. Por ter vivenciado cada gota desse amor e dessa dor. Hoje senti gratidão por tudo que aprendi nesse prazo pequeno de vida. Mas, ao mesmo tempo, tive uma vontade imensa de te ter por perto. Nossas vidas ficaram próximas poucas vezes. Mas, nessas vezes raras, partilhamos de uma sintonia gigantesca. Acho que esse sentimento todo, é o que ela chama de perdão. Sei que demorei pra conseguir isso. E, se você ao menos soubesse dessas coisas do meu coração, eu te pediria desculpas. Você não sabe... Menos mal. Mas você sabe que sempre demoro um pouco pra lidar com esses sentimentos meus. Acho tudo muito complicado de sentir. Enfiar a cara nos livros é consideravelmente mais fácil. Tentei imaginar quanto tempo ainda tenho com você. Achei melhor nem pensar nisso agora. Mesmo que eu tentasse, não ia mesmo saber. Só sei que ainda tenho o resto do dia de hoje. Pra amar. Pra conversar. Pra ouvir o que você pensa sobre a vida. Pra me encorajar. Hoje, quis te agradecer por ter feito parte da minha história, por fazer parte de mim.

SMS de vestibular.

"Levanta. Levita acima desse mudo palpável. Transcende além dos seus medos pequenos. Enxerga depois dessa prova tão pontual, pra ver toda a vida que se desdobra à sua espera, à espera do seu sonho. Sonha, com o conforto que poderá levar, com o abraço que sempre pode dar, com a cura que vai proporcionar... Levanta sabendo que o que é seu é só pra você, em qualquer lugar, em qualquer momento. A inspiração veio pra isso, não para a bronca rs. Beijos, guerreira." (J. M.)

Triste fim, eterno recomeço.

Seus beijos já não têm o mesmo sabor.

sábado, 24 de novembro de 2012

Risos.

Ando 300 quilômetros, buscando distanciamento disso tudo. Sonho com você a noite toda. Acordo sem energias. Irônica essa vida. Cômico. 

Lembrança velha.

A entrada a cidade parece um longo corredor de lembranças. Senti saudade. As luzes coloridas me encantam. Fazem-me lembrar uma época apaixonada. Os bares. A sorveteria. Aquele posto de madeira que eu sempre esqueço o nome. A biblioteca enfeitada com as luzes de Natal. O prédio dela. O colégio. Fórum. Mc. Faculdade. Passamos por todos os lugares. Momentos diferentes. Energias diversas. Amores. Declarações. Choros. Arrumava carona só de ida. Mudava de opinião e de gosto, a cada dia. Sim, a entrada da cidade é como um corredor de saudades. Tenho, daqui, infinitos frascos de lembranças. Ressentimentos. Medos. Questões mal resolvidas. Aproveitando pra dizer... Eu estou crescendo, menina. Será que podemos ter aquela conversa de gente grande? Na padaria, talvez. Com café tudo fica mais ameno. Tenho umas coisas sérias pra lha dizer. Ano que vem é seu ultimo ano aqui. E sem você nesse lugar, boa parte desses lugares perderão a simbologia, a importância. A maior parte disso tudo, foi construída com você. Saudade.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Realidade?

Não havia mais que fazer nem o que pensar. Queria chorar. Aquele choro de criança pequena, sabe. Não conseguia. Julgava a sutução ridícula demais. O café mal fora experimentado e esfriava lentamente. O cheiro de incenso exalava no quarto. De banho tomado, cabelo molhado. O amigo enviava-me mensagens. Queria fazer planos pro próximo ano. Eu só queria melhorar a minha energia, que estava pra lá de negativa. Com ele me sentia segura, iria pra qualquer lugar do mundo e sei que seríamos felizes. Não tinha duvidas quanto a isso. O medo era outro. Depois de sentir um frio na barriga, lembrei que eu estaria fisicamente distante dela. Sei que, mesmo se eu ficasse por aqui, provavelmente nada mudaria. Não to conseguindo entender nada disso. Algumas das suas palavras ficaram deslocadas. Não se encaixam na história. Mas, no momento em que escrevia o outro texto, comecei a aceitar tudo isso da forma que realmente é. Pensava no necessidade de mudar meus pensamentos, necessidade de abandonar esse carinho que sinto por ela. Senti vontade de corrigir a prova. Na verdade, começava a achar que não suportaria isso tudo. Muio mais fácil fugir do que lidar com situação qualquer. Em outro lugar, haveriam outros sorrisos. Talvez tão bonitos quanto o seu. Não queria nada. Vamos pra longe, menino, nem que seja por uma noite só. Não to conseguindo te explicar nada disso, só preciso que me leve daqui. Preciso que não me fale nada sobre a outra. Aquele é outro assunto que, também, está guardado.

Tanto faz.

Causa-me de tudo um pouco. Faz o coração disparar, o olhar desviar. Deixa-me sem graça. Deixa-me com medo. Queria ter a capacidade de me adequar à normalidade e seguir conselhos de psicólogos. Admirar meninos também não seria má ideia. Definitivamente, eu não poderia ser a sua pessoa. Até tento concordar com os outros e enxergar, em mim, algo que possa lhe agradar. Tentativa multiplamente falha. Vou escrevendo isso e tenho vontade de chorar, de correr daqui. Tiro os olhos da tela, olho para frente, e vejo meu cadarço desamarrado... Deve ser obra sua. Ao fundo, tem a sua mochila. Fico pensando em quando essas imagens não mais existirem. Me disseram que talvez seja melhor. Que talvez eu desencane, esqueça isso e amplie minha visão pro mundo. Eu ainda sinto medo. A esperança é a primeira que nasce e a última que morre, você disse. Acho que essa é a filosofia mais verdadeira que conheço. Já tô cansada de saber que os sentimentos passam e que logo deixamos de nos importar com as dores. Mas o fato é que, em algum momento, eu acreditei que isso pudesse ser bom. E
E, acho que nesse mesmo momento, desejei te ter por perto. Que seja.  Tanto faz.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

(des) encanto.

No dia em que te falei todas as coisas, achei que meus sentimentos estariam ao meu controle. Quando te vi, pela primeira vez, na escola, percebi que não havia nada de controlável. Eu já pensava em você antes de ir lhe falar qualquer coisa. Já arrumava maneiras propositais de saber coisa ou outra. Me sentava perto, quando podia. Implicava. Olhava sua página, no facebook. Sonhei, planejei, desejei e imaginei muitas coisas, muitas histórias, muitos começos e muitos fins. Depois de falar com você, eu só pensava em maneiras de não pensar em nada disso. Não queria sentir, não queria estar envolvida em nada. O que mais me intrigou foi exatamente o fato de você, sem nem ter conhecimento disso, conseguir mudar muita ideia-fixa minha. Mexeu comigo de todas as formas possíveis. Por isso não acredito em acaso. Lembro de um dia que, do balcão da cantina, te enxerguei na fila do lanche. Meu coração disparou desesperadamente. Minhas pernas começaram a tremer. Só então eu consegui entender a expressão 'coração sair pela boca'. Foi a primeira vez que senti aquilo por uma pessoa. Foi a primeira vez que me senti tão vulnerável, tão doada. Esses momentos não foram tão bons... Eu sentia medo. Mas, mesmo assim, tentei guardar cada cena. Contei cada sorriso seu. Cada olhar, também. Às vezes, fico pensando nisso. Consigo visualizar você sentada, toda torta na cadeira, olhando pro celular.  O que quero dizer  é que, por você, senti coisas que não tinha sentido por outra pessoa, ainda. Sei que não consegue enxergar o motivo. Mas é que, pra mim, você é maravilhosa, menina. Sei, também, que vejo coisas suas que nem você pode ver. Talvez eu esteja errada. Não sei e nunca vou saber. Mas é o que vejo; o que sinto. Quando tudo doía muito, eu conversava com diferentes pessoas sobre isso. Cada uma com uma opinião. Nenhuma parecia ser muito aplicável à você. Como se fosse mesmo única e precisasse de uma nova técnica, entende? Nem eu entendo. Mas tentei. Tentei te dizer tudo que sentia. Tentei lhe dizer que estava disposta a aceitar o que você impusesse. Tentei cuidar de você. Mas, você não parece precisar nem desejar esses cuidados, menina. Sempre te deixei tudo bem claro. E você também o fez. É que as vezes eu tentava enxergar uma pontinha de esperança em coisa ou outra, em algum ato seu. Escrevi dezenas de textos e não postei. Também escrevi mensagens que não enviei. Pensei em ligar e não liguei. Chorei. Quis te questionar algumas coisas, mas achei que não seria conveniente. Nessa semana, em uma das minhas orações, entreguei isso tudo pro Universo. Pedi que acontecesse o melhor. Depois disso, tive vontade de parar de ouvir os outros. Achei melhor agir do meu jeito. Gosto imensamente dessa Letícia que tem fora da  escola. Gosto demais desse sorriso. E, a maior parte desses últimos  dias, só consegui pensar em você. Acabaram meus argumentos. Acabou a minha capacidade de escrever textos tentando te fazer sentir algo. Acabou a minha espontaneidade pra ir falar com você sem ao menos saber se estou incomodando. Entende o que eu tinha postado?! O tempo passa e nós temos a oportunidade de fazer e refazer nossas escolhas. Eu escolhi me permitir sentir isso por você. Eu escolhi me encantar pelo seu sorriso. Eu escolhi me doar ao ridículo. Logo, faço outras escolhas e tudo muda. Não sei se isso tudo é o certo. Não sei se eu fui a tentação/provação que surgiu na sua vida. Não sei se era pra eu ser a outra opção de escolha. Não sei das suas conversas com Ele. Só sei que tenho agradecido por ter me aparecido você. Porque, apesar de tudo não ter passado de conversas e declarações, você foi quem eu pedi. Acontece que temos o livre arbítrio e nem sempre conseguimos entrar em sintonia com o outro. Mas tenho certeza que, independentemente do que venha acontecer nesses próximos meses da minha vida, vou levar um pouquinho de você em mim. Por isso prestei atenção e dei tanta importância para aqueles sorrisos e olhares. Queria ter feito algo mais. Queria ter deixado um pouco mais de mim, entende? Mas isso não dependia só de mim. Você é apaixonante, menina. Desculpe-me por todo alvoroço. Saiba  que esse seu jeito deixou um coração mais que apaixonado... O deixou tão bobo e encantado, que te acharia linda mesmo com aquele pijama fedido que fica jogado em cima da cama. Eu precisaria da palavras infinitas pra escrever isso. Faltam-me. Enfim... Cuide-se, anjo.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Assim espero.

Creio que logo saberei o que devo escrever. As palavras vão e formando no coração. No entanto, ao serem escritas, sofrem influencia racional. Isso faz com que não sejam tão puas como deveriam. Logo saberei escrever o certo. E aí, então... Vou poder postar tudo isso que, de tão ridículo, só serve pra rascunho. Tô cansada desse choro todo. E de fugir, também. Tenho tanta coisa pra dizer. Mas nada parece fazer muito sentido. E se eu disser?! Vai acontecer o quê? 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Sábado outro.

Ali com você, eu estava em uma situação plena de conforto. Nada de tão bom, nem de muito ruim. Você dizia coisas que eu queria ouvir. Não estava certo e sabíamos. Mas, naquele instante, fazia-me completamente dependente do seu abraço. Fazia frio dentro de mim. Pensar nela, já me cansava. Eu só estava tentando fugir dos meus pensamentos e  você tinha conhecimento de cada parte de mim. Bom demais para ser longo, né. Alguns momentos foram feitos pra existir uma vez só, eu te disse. Não consigo controlar o que sinto e você é incapaz de conviver com essa situação. Então, vamos seguindo nossas vidas. Vivi cada toque como se fosse mesmo único. Me arrependo de nada, não entenda mal. Mas, de alguma forma, entenda-me. Decifre-me. Espero que entenda essa minha incapacidade de duplo envolvimento. Tinha mais carinho seu que meu, não foi por mal. Apenas senti a necessidade de tentar esclarecer. 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Letra.


{A[c(alma)]}.

Queria mais um pouco de tudo. Um pouco mais de tempo, sabe. Estava triste, um pouco depressiva. Você chega com esse sorriso seu, tudo fica bem. Eu, você, abraço. Só precisava de mais alguns minutos ouvindo os batimentos do seu coração. Nem as lágrimas tiveram coragem de correr. Tudo ali estava muito bom. Trouxe-me energia, flor. Preencha-me. 

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Noite desnecessária.

Mal abri os olhos e já me perguntei o que eu tinha feito ou falado. Meu Deus! Maldito celular e maldito sono. Combinação imperfeitíssima.  Acho que preciso parar de pensar nisso tudo. E parar de falar, também. Parar de te falar, na verdade.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Logo...

Vou sentir saudades de cada uma dessas tardes. De cada riso, sorriso, gargalhada. 

Ê, mocinha.

Entendi aquele sorriso não. O que eu disse no outro texto é coisa séria. Melhor desviar o olhar, fingir que nada disso acontece e dar risada dessa loucura toda. Mas que é provocante, é.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O que eu postaria.

Faz tempo que fica imaginando muita coisa. Na verdade, o que a atraiu na outra foi isso. O corpo, o jeito de andar, de olhar. É provocante. Dá vontade de muita coisa. Deve ser espertinha. Sei lá, tem jeito. O rosto. A boca. As mãos. Tão íntimo o pensamento, que nem deveria ser exposto. Foda-se. Espera que a outra seja mais inocente. Espertinha e bobinha, entende? Aquilo de experiência nova. Sabe mas não sabe. Quer e não quer. Tem medo e tem vontade. Beijo, mão, arrepio. Silêncio. Vergonha. Medo. Qualquer lugar tá bom. Fica quieta e deixe que a outra te guie, te leve, te sinta. Sinta-se. Aproveite. É assim agora, depois melhora. 

Visão de mundo.

Essa falta de rumo tem me incomodado. Tantas opiniões diferentes. Em outra época, eu já teria me decidido. Odeio isso de indecisão, medo. Sei lá pra onde quero ir. Quando eu deveria estar ansiosa, me dedicando pro que eu sempre quis, tô arrumando aulas pra fazer. Muitos estão dizendo que passou o tempo já. Outros, além de mandarem eu fazer tudo que quero, ainda me chamam pra ir pro bar. Tô entendendo mais nada. Tô esperando coisa demais. Tô fazendo de menos. Não sei mais o que é certo. Nem tô sabendo se existe o errado. Penso nisso porque acho que deveria mesmo pensar. Mas, na verdade, tô me importando não. Quero ir tocar piano, conhecer a nova professora, estudar pro vestibular que eu quero, andar de bicicleta e só. Acho que tô tentando me adaptar no mundo. Deve estar na hora, né. Dezessete anos questionando isso tudo. Cansei. Tenho conversado com pessoas pra saber o que elas pensam sobre o amor. É a única coisa que ainda me intriga. Também, cada um pensa uma coisa. Ah! Isso de frieza da certo não. Tô dando a cara a tapa ainda. Esse romantismo exacerbado ainda me encanta. Qual seria o propósito de conviver nesse planetinha minúsculo, com esse tanto de gente de todos os tipos? Se doar ao outro é o que há de melhor, eu acho. A gente sofre por escolha. Tá todo mundo dizendo que vai ser assim a vida toda. Tenho me preocupado não. Gosto de quem gosta, de quem não gosta. Gosto de tequila, também.

domingo, 11 de novembro de 2012

Sobre a música.

Acho que comecei lembrando de você pelo "You=Me"... Seria exatamente o contrário, né. Oposto. De resto... A letra toda eu queria mandar pra você. Menos uma frase. Bom... Não é, mas eu queria, algum dia, poder dizer que o melhor sobre mim é você.








 

Sobre o que já foi.

Andando pra casa, tentei pensar em uma canção que descrevesse a gente. Achei uma pra você com seus inúmeros amores e uma outra pra mim, com meu ciúme. Pra gente tinha nenhuma não. Tô nostálgica hoje. Ainda tenho daquele perfume que me lembra você. Fico lembrando daquele primeiro natal. Você em Goiânia, eu aqui. Falava com você o dia todo e à noite também. Os fogos de ano novo passei em frente ao computador. Tanta história, tanto riso, tanta curiosidade. Saudade daquilo tudo. E parece que, a cada dia, estamos mais distantes. Fiquei fazendo uns planos hoje. Coisa boba, sabe. Aquela minha vontade de sair dirigindo por aí... Visitando parques de diversões. Você entendia isso. Entendia minha vontade infinita de sorvete (risos). Era engraçado aquela coragem que a gente tinha pra fazer as coisas loucas. Caipirinha. Bar. Era bom o Toddynho com bisnaguinha e requeijão. Quando você tava triste, ia comprar paninho. Eu tentava entender aquilo. Tentei te falar sobre tudo isso. Não deu. Os anos passam, a gente passa. 

Quer(ia).

 

Ela: - Duas bolas, por favor. Você pode colocar cada uma em um copinho? 
Eu:  - Por que fez isso?
Ela: - Tática pra ganhar duas coberturas.




É... Hoje é um daqueles dias perfeitos pra almoçarmos sorvete.

Continuação da conversa.

Escrevo coisa pra ser lembrada depois. Algumas eu nem precisaria escrever pra lembrar. Aí, escrevo pra você. Não deve achar ruim, senão não entraria mais aqui. Bem... Não espero que nada passe disso algum dia. Conversas (boas) pelo facebook, textos aqui, música, pensamentos meus, e eu tentando estar onde você está. Então, quando faço ou falo alguma coisa, é sem pretensão. Quando, o que já está claro, tem que dar certo, não demora muito. Não há reciprocidade em nada disso. Então, falo com você porque gosto e porque ainda não me faz mal. Sobre o que você disse... De entrar aqui pra saber como agir, eu não acho que seja necessário. Sério, não quero que você aja de forma diferente com quem você gosta e quer estar perto, por minha causa. Eu sei lidar com o que sinto. Já te disse que penso que ninguém é culpado pelo que a gente sente, né. Você vivia a sua vida normalmente, nem sabia da minha existência. Não tem que mudar nada por causa de uma menina que fala e escreve um monte de coisa pra você. Mas sabe, você ter falado isso ontem, me fez pensar. O fato de você se importar com o outro (nesse caso, eu), me faz te admirar ainda mais. (PS: Eu já tinha te falado isso por mensagem; acho admirável o que você sente e como você age em relação a isso. Pouquíssimas pessoas nesse mundo ainda têm essa capacidade). E eu acho que o 'gostar' é isso, sabe, é admirar e enxergar além do que todos enxergam. Por isso, talvez fosse melhor você ser daquelas que não tá nem aí uashuahsuahs. Engraçado isso, né, esse ano, com exceção de quando eu ia pra Franca, aqui eu nem queria saber de menina nenhuma. Tava com raivinha disso tudo já. Em toda história tem que ser uma coisa meio escondida, conturbada. (Isso é perceptível naquele texto que você me perguntou se era pra alguém da sala). Sério, tentei ser "normal" de todas as formas. Aí, sei lá porquê motivo, eu resolvo ir falar com você. Tava tudo certo... O ano ia acabar e nada disso ia acontecer. Mas não, eu tinha que fazer merda aushauhsuahsa. Ou seja, vida troll e tentativa falha. Ah! Já que eu já tô falando esse monte de coisa, vamos pro resto... Nisso tudo, teve só um dia que eu achei que você fosse pensar no que eu te falo. Foi no primeiro dia do ENEM (quer dizer, naquele fim de semana todo). Mas, no outro dia você disse que nem lembrava do que tinha dito. Aí passou uashuahsuha.
Enfim. Foi bom ter te 'conhecido'. Eu ainda não sei como e explicar isso, mas eu acho que já sei qual o lado positivo disso tudo (quando sair o resultado do vestibular, eu te falo)... Foi como um anjo. É bom falar com você. E, apesar de ser estranho, eu gosto do seu jeito. Quando precisar massagear o ego, entre aqui. Os textos são seus, você sabe.  

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Seu.

A cada 'Bom dia', te daria um novo sorriso. Reinventaria a mesma história, quando a versão original já estive desgastada. Em cada sorvete, um novo sabor. Em cada presente, uma nova simbologia. Em cada data, a esperança de que ela se repita. Em cada desejo seu, esforço para realizá-lo. Nos dias tristes, um rosa pra te alegrar. No mau humor, paciência. Em cada manhã, a espera de uma tarde melhor. Em cada minuto, um novo plano. Em cada sonho, você.

?

E se não for agora, será depois? Tô sentindo medo disso tudo. Medo de me desapegar disso aqui. Medo do que está por vir. Qual a razão disso tudo? A gente não pode ficar bem por um longo tempo? Não acredito em felicidade plena. Afinal, o momentos ruins é que provocam o amadurecimento da alma. Mas já faz tempo que nada tem sido muito bom. Aquela energia que eu tinha antes, não tenho mais. Não tenho a mesma força, nem o mesmo otimismo.Valorização? (risos). Sério, tá doendo. Tanta gente passa por mim e... Se vai. Nada muito longo, nada duradouro. Não sei mais do que devo lembrar, nem o que devo buscar. O choro sai como se quisesse lavar tudo isso. Não tem adiantado.




Saudades, Anjo meu.

Feliz dia.

Foi o abraço mais inesperado de todos. Não tinha te visto ainda. Quando vi, já estava te abraçando. Não sabia muito bem o que fazer. Por causa disso, nem agradeci quando você terminou de falar. Tudo é tão diferente de escola. Na volta pra casa, pensei em coisa demais. Mas, também, aproveitei cada segundo daquele momento. Não sei se acontecerá novamente. Engraçado isso... Durante a cerimônia, eu te olhava e meu sentimento era outro. Acho que é o que costumam chamar de ciúme. Estava disposta a não querer mais nada daquilo. Queria sair logo daquilo, daquela imagem, e vir embora pra casa. Com um abraço, tudo mudou. Só sei que você é meu oposto completo. E, fui até aquele lugar só pra te ver.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Sobre o amor.

Ela: _ Amor é aquilo que surge com um olhar ou com anos de convivência. Aí isso fica em você, sabe. A gente guarda, esconde, tenta fingir que não sente, mas não adianta... Pertence à você. 

Eu:  _ Então você acha que nunca acaba?

Ela: _Bom, uns dizem que passa com o tempo. Eu acredito que, pra curar um coração machucado, não há nada melhor que um novo amor. É como magia, sabe?

Eu:  _ Acho que nunca passei por situação assim. Então, não sei se sei.

Ela: _ A gente aprende quando se apaixona. Você sabe sim.

Eu:  _ Quase sei, então. (risos)

Ela: _ É.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

.

Sei lá. Seria só questão se conversar. Se quisesse continuar com suas paqueras, mascaras, rolinhos... Tudo bem. Antes assim que coisa nenhuma. Se fosse melhor pra você, tudo bem. Sei que se algum dia sentisse algo maior, pararia com tudo e ficaria com uma coisa só. É assim. Paixão surge com o tempo. É moroso.

Fim de dia.

E se eu estiver errada em acreditar que existem pessoas diferentes das demais? Não sei se dará para voltar atrás. Também, não sei se iria querer isso. Sempre escolho o novo e ultimamente, não tenho colhido bons resultados. Me dizem para sempre acreditar na capacidade de renovação das águas. Bem, o lago parece estar parado. Mas, suas águas pararam de se movimentar após uma chuva violenta. A água está suja, escura. Tem me causado medo. Falta-me discernimento. Falta-me amor. Sobra-me frieza. De repente, surge alguém capaz e modificar, de movimentar a água. A correnteza avança, no entanto, a água continua barrenta. Impede-me de enxergar o que está no fundo. Não sei o que há no interior de você. Nada disso nunca dará certo, né? Você será como é com as outras pessoas e eu ainda estarei aqui, esperando. Será que, quando as férias chegarem, você ficará cada vez mais longe até que um dia não apareça mais? Sabe _segredinho nosso_, depois que tudo isso começou, percebi que a minha vontade de não partir nese ano, é exclusivamente por causa sua. Ficaria por aqui pra estar perto de ti. Depois me resolvo com a medicina. Enfim. Estou impaciente hoje. O dia foi bom. Mas, agora a noite, estou pensando em como será péssima a manha de amanhã. 

domingo, 4 de novembro de 2012

Dia de hoje.

Em cada dia, um novo conto. Em cada conversa, um pedacinho seu fica em mim. E assim, vou guardando parte a parte. No meio da prova, quando eu já estava querendo que tudo aquilo terminasse, me veio um pensamento bom.

sábado, 3 de novembro de 2012

Complicadinha.

Já é motivo de muito sorriso meu. Não sei explicar nada disso que acontece. Bem que eu queria. A cada noite, quando vou dormir, independentemente do que tenha acontecido durante o dia, penso apenas se falarei com você no outro dia. É... Há umas três semanas que tem sido assim. Pela manhã, assim que acordo, antes mesmo de sair da cama, penso em como será quando eu te vir. Quando te vejo, sinto uma coisa estranha. É sempre a mesma reação. A palavra fica mais difícil de ser dita, o olhar desvia, o sorriso se esconde, o coração dispara. Sério, pode fazer como quiser... Estou disposta. Já até me acostumei com essas suas risadas desordenadas. Logo logo me acostumo com a sua lerdeza e tudo fica certo (risos). Não consigo entender nada ainda. Mas, prefiro a ver como um presente. Mesmo que tudo fique só nisso. Você é o que ficará guardado no frasco de memórias desse ano. É o que me aconteceu de mais importante. Bem... Espero que eu possa carregar esse frasquinho por muito tempo ainda. Não pretendo deixá-lo em alguma prateleira por aí.

Minha Frô.

Estava procurando uma música que você me mandou e, por acaso, comecei ler nossas conversas antigas. Parece que você já sabia de tudo que aconteceria. É por isso que tudo que você diz, eu sigo. Essa dependência não é boa, eu sei. Mas sabe, você é a minha flor. Tem jeito não. Já te falei sobre meus medos. Te contei sobre os meus sonhos. Te deixei ciente de que você está presente em todos eles. É assim... Você foi o meu presente e espero não ter sido um fardo. Eu a amo. E não é de agora. Não faz sentido ser dessa vida. Desde aquele dia no ônibus, voltando do Workshop, eu já sabia que você era o meu amor maior. Esteve presente em todos os meus dias. Em todos os meus medos. Em todos os momentos de desespero. Tem a voz que me acalma, a mão que me acalanta. Tem as palavras certas. Tem o cuidado de irmã. Eu te amo da forma mais pura. E tento descrever esse amor de maneiras diversas. Não consigo, não sou capaz. Apenas sinto. Apego-me a sentimentos tão bobos. De repente percebo que desvalorizo o que há de maior. Deixo de lado tudo o que você me diz. Deixo de lado o teu amor. Me apego à coisas ridículas. Acho que posso salvar o mundo. Não é assim, né? Não vou conseguir. Desculpe-me se às vezes deixo as suas palavras de lado. Desculpe-me por fazer muita coisa ao contrário do que deveria. Ela foi embora. Eu ganhei você. Eu não cuidei do amor que ela tinha por mim. Não estou cuidando do que você me doa. Desculpe-me. Um dia eu estarei por perto. Vou deixar de ser teimosa. Vou parar de acreditar que outras formas de amor existem em qualquer lugar. Terei foco. Eu te amo, minha flor. tente me entender. Sei que aceitar certas coisas, é complicado pra você. Eu entendo, acredite. Só peço que acredite na minha capacidade de lidar com as situações. Seria mais fácil gostar de um menino qualquer, eu sei. Mas não é isso que acontece. Não é controlado por mim  e nisso você não pode me ajudar. Só tente entender. Eu não estou sofrendo com isso. Não mais. Enfim. O objetivo do texto não era esse. Só quero que saiba que a amo. E que passarei a dar um pouco mais de valor no amor seu. Já tenho a minha flor mais preciosa. 

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Liz.

Ela: _ Bu!
Eu:  _ Uaaaaai, o que você tá fazendo aqui!?
Ela: _ Nossa! Estava esperando uma recepção um pouco mais calorosa (risos). Talvez um 'oi! Que saudade!'.
Eu:  _ Ah, me desculpe. É que eu não estava esperando te encontrar por aqui.
Ela: _ Tudo bem. Estava passando e te vi. Preparada pras provas?
Eu:  _ Tentando estar.

(abre um sorriso aconchegante) 

Ela: _ Você vai conseguir!
Eu:  _ É. Bem que eu queria prever o futuro. Tem tanta coisa acontecendo em mim.
Ela: _ Coisa ruim?
Eu:  _ Não. Coisa complicada.
Ela: _ Isso é saudade de mim. 
Eu:  _ Deve ser.
Ela: _ Às vezes fico pensando naquele dia. Foi diferente.
Eu:  _ Porque foi comigo, né (risos).
Ela: _ É sério, para de graça.
Eu:  _ Também to falando sério.

(Me encara da forma mais sutil)

Eu:  _ Deve ser porque tinha carinho. Meu e seu, sabe?
Ela: _ É. Não tem explicação (risos)
Eu:  _ Meus tios tão aqui. Tenho que ir. 
Ela: _ Bom te ver.



Ela: _ Tente aparecer às vezes.
Eu:  _ Você tem meu número. 



Falácia de Finado.

O dia de hoje, como nos outros anos, está feio. Nublado, sem chuva, com um sol reprimido. Tô sentindo nada. Nem saudade, nem ansiedade. Era pra estar sentindo tanta coisa, né. Pois é. Só queria ir tomar sorvete e pular toda essa parte de cemitério e blá blá blá. Não consigo processar essa ideia de marcar dia, em calendário, pra ficar triste. Meu maior problema tem sido o medo de ir embora. Era o que eu mais queria. De repente, milhares de motivos desconhecidos me fazem querer ficar. A prova será feita e bem feita. Mas... Sem pretensões, sem medo, sem nada. Talvez seja o melhor. Talvez, eu decida ir ficar perto da outra. Posso pensar nisso em janeiro, né? É. Janeiro, Rio de Janeiro, sei lá. Até lá, provavelmente, tudo estará nessa mesmice. Mas as vontades mudam, o coração acalma, a mente pensa e eu espero.