domingo, 12 de maio de 2013
Por um mal feito da noite passada.
Depois de tantos planos feitos, nada aconteceu. Nem um abraço pra ficar guardado. Nem um adeus bem dado. Um pouquinho do seu perfume no lenço meu. Alguma lembrança pra se ter. E tudo que tenho é um sentimento que amarga a boca e acelera o coração. Angustia e desperta desejo como o toque de uma mão nunca houvera despertado. Acaricia a alma e vicia os sentidos. Em um surto de desespero, meu coração clama por um sinal. O coração grita seu nome e ecoa no meu interior. Pede para que você não deixe a razão agir sozinha... Porque tudo o que essa quer, é matar o que de seu ficou em mim. As lágrimas não correm mais por medo e nem por tristeza e nem por alegria. Correm por desespero. Querendo soltar um último suspiro e te deixar. Mas a sua alma parece encostar na minha e me pedir pra ficar. E é uma alma tão linda! Eu não quero, e você não quer também... Mas algo insiste em me pedir pra ficar. O que você diz machuca o ego, mas não atinge o sentimento. E deveria atingir, não é? Talvez, no fundo, eu só quisesse um abraço seu e a sua voz dizendo que isso vai passar e ficará tudo bem. Espero que, algum dia, ela ou qualquer outra pessoa te ame assim. E cuide de você da forma que eu não pude. Eu cansei de vestir essa armadura até pra você. Eu te amo muito! E você ainda é quem me inspira. Ainda é a menina mais linda do meu mundo. Mas isso é só meu e você não tem que lidar com nada disso. Desculpe-me por tudo (é um pedido arrependido, de consciência pesada e coração apertado). E eu não sei demonstrar pra você o que eu realmente sinto. Quando eu tenho vontade de tentar, eu surto e faço tudo ao contrario. Então, se algum dia eu lhe disser qualquer coisa torta, lembre-me disso. Menina minha, menina linda, menina que me fez entender Vinicus de Moraes.
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