quarta-feira, 31 de julho de 2013

Você de longe.

Queria que você voltasse logo. Queria que você tivesse vontade de me conhecer melhor, pra eu tentar te mostrar o melhor que posso ser. Talvez seja tudo só coincidência. O país. A história, que tanto me machucava, ter terminado. Você ser assim, com tantas qualidades. Bem... Eu sei que a sua vida já está a frente. E também sei da minha  realidade. Mas deixe eu te mostrar. Demonstrar. Eu não sou só isso. É que as coisas são um pouco complicadas para serem ditas por mensagem. Enfim. Que o seu dia seja bom aí. E tomara que tenha bolo e guaraná!

Vovó e João.

E amor também é assumir a culpa, pra impedir que o mais frágil tome bronca. 

sábado, 20 de julho de 2013

Menininha dos elogios.

E se quer saber, não vejo a hora de ir pra casa. Pra minha ou pra sua, tanto faz. No cinema, na rua, no banheiro. Um beijo, abraço, amasso. Mão entrelaçada, mensagem melada. Sorrisinho de canto de boca. Ciúme. Teu romantismo. Não sei se está certo, mas ninguém questionou. Bilhetes que trazem sorrisos.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Pra aquecer o coração.

Estou por aqui, esperando você voltar e me contar tantas histórias. Tudo aí deve estar tão bom e tão lindo... Mas saia logo desse frio e venha pra debaixo do meu cobertor. Deixe esse seu medo por aí, que eu só quero teu sorriso. Deixe-me encantada. Deixe-me pasma com o seu jeitinho. Dê-me mais motivos pra dormir sorrindo. Faça-me rir dessas carinhas suas. E faça-me o melhor carinho do mundo. Volte logo. Volte sempre. Vem pra cá. Pra debaixo do meu cobertor. Deixe-me aquecer seu coração. Para esquentar as mãos, te faço um chá. Ouço suas histórias, arrisco alguns conselhos. Mas sei lá, só volte pra cá.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Você.

E hoje, depois de tanto tempo, lembrei daquilo que sentia por você. Me veio um gosto amargo de paixão excessiva, amor platônico, irreal, sei lá. É certo que isso é um tanto quanto desrespeitoso, porque essa menina aqui se esforça pra me fazer tão bem. E olha, eu gosto mesmo daquele jeito doce que ela tem. E do abraço terno. E dos beijos meigos e da falta de pressa. Mas hoje me deu saudade de você. E vontade de você. Saudade desse seu jeito arrogante, do seu ego grande, das suas palavras frias. Saudade de você assim: crua. Saudade de você bem do jeito que você é. Saudade de você fugindo e fingindo. Saudade da sua ironia. Saudade de sentir saudade sua no fim do dia. E de poder me lembrar de você sem ser repreendida. Saudade imeeeeeensa da sua voz e do seu  jeito de falar (a respiração, a risada, sei lá). Deve ser porque você estava assim tão perto. Deve ser esse quarto que me traz lembranças. As paredes me sufocam lentamente e me causam essa angústia de quase choro. A outra te usa pra me passar raiva. Eu te uso como desculpa. Ela me usa de todos os modos, quando precisa. E no fim, ninguém se pertence. Ninguém é e ninguém foi. Sei lá se há amor... Mas deu até vontade de dizer.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

L de Anjo

Hoje eu olhei pro céu pra te ver brilhar. Adormeci e sonhei com a sua luz. Luz de Lúcia. Luz de paz. Luz de amor meuzinho. Mas os pesadelos me atormentam. E então eu ouço a sua voz ofegante "_ Ore, Ari, ore pra me aliviar!". A doença consumia cada parte sua. E consumia também o meu coração. E a minha fé. E a minha esperança. Retirou, então, a minha luz... A minha Lúcia. A saudade vai corroendo a alma. As lembranças vão me torturando lenta e dolorosamente. Escondo-me em mim. Tranco a porta. Deitada na cama, cheirando um lenço com o seu perfume, entro em um transi sinestésico. Sinto o beijo que você me dava, pela manhã, na bochecha. E sinceramente, sonho em olhar no espelho, ao me levantar, e encontrar a marca do seu batom na minha face. Deito-me de
bruço e imagino a sua mão acarinhando as minhas costas, vagarosamente. Por favor, me ilumine novamente. Ilumine-me constantemente. Dê-me forças para agüentar essa jornada. A vida solitária tem me decepcionado.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Para a moça que me esqueceu:

Sinto a sua falta todo dia. Por detrás da mágoa, há carinho.  De amigo ou de sei lá o quê. Era feliz a nossa amizade. Eram místicas as nossas conversas. A liberdade se foi. Você fechou todas as portas que um dia eu pensei estarem abertas. Você se foi. Sobrou o vazio e meias palavras. Sobraram suas letras grafadas em vão... Por pena ou obrigação. Só lhe digo uma coisa: ainda sobra muita falta da pessoa que eu pensei tão linda.