segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Vaso.
Tão pouco tempo e, para mim, uma história tão grande. Por algum motivo, ainda penso em você. Ainda paro pra relembrar momentos. Tento me lembrar dos olhares, dos sorrisos. Hoje senti uma nostalgia... Vontade gigantesca de voltar no tempo. De aproveitar mais os dias que eu ainda podia te ver. Ouvir sua voz. Na verdade, as lágrimas me dizem que meu coração não queria ter te conhecido. Talvez fosse bem melhor continuar te enxergando como uma estranha charmosa. Os dias passam, pessoas novas surgem, historias acontecem, momentos são vividos, e você permanece. Cada gota, do que eu sentia, permanece. Tenho evitado ver fotos suas. Não ouço mais aquelas musicas que me lembram você. Só hoje contei toda a história pro amigo. É que ele, quase sempre, critica as pessoas que ele pensa poder não gostar. Antes eu não queria correr o risco de que ele falasse mal de você. A briga seria feia. A reação foi outra. Ele sentiu junto comigo. Sentiu minhas palavras. Ele chorou junto comigo. Eu faria muita coisa pra poder te ver mais uma vez. Mesmo que de longe. Só mais uma imagem sua, sabe? Me falta até coragem pra te lhe dizer um 'oi' virtual. Mas realmente me preocupo. Realmente gostaria de saber notícias suas. Vai fazer o que da sua vida? Como está seu coração? Tudo tão clichê, tudo tão sincero. Quem sabe a gente ainda se esbarra. Agora tô longe demais. Sei lá. Papinho tosco de amor. Espero que logo tudo fique mais ameno quando eu pronunciar seu nome. Espero que eu passe a me lembrar mais de como era o colégio antes de eu ter te 'conhecido'.
sábado, 29 de dezembro de 2012
Cabelo de toin toin.
Ô menina, sabes que tô bem encantada pela senhorita. Sabes que eu bem queria te ver mais uma vez, antes que este ano se finde... E saiba que vou pensar em você quando estiver distante.
Fim de ano.
Tanta chuva lá fora. Tanta lágrima aqui dentro. Hoje tá fresquinho. É um daqueles dias de café e cobertor. Pijama, pantufa, um livro e só. De repente, lembro-me de que mais um ciclo está se fechando. Mais um ano se vai. Mais experiências me completam. E com tanta coisa aprendida, não poderia deixar um marco sem registro. A verdade é que tudo renderia um livro. Amei pouca gente. Sorri poucas vezes. Não me adaptei a muitos lugares. Não me entreguei a muita gente. Conheci uns e outros. Uns marcaram. De outros, eu sinto saudade. Percebi que até o blog eu estava, devagarinho, abandonando. Me traz lembranças. Lembranças dela. É que não quero apagar as palavras escritas. Acreditei que algo melhor pudesse acontecer. Acreditei que gente boa pudesse aparecer. As duas coisas aconteceram, mas não da maneira que eu havia imaginado. Nesse ano, saí quebrando todas as expectativas. Eles esperavam a filhinha perfeita. A menininha de esmalte na unha e lacinho no cabelo. Engraçado, né? Uso lacinho e esmalte. Talvez o problema não fosse esse. Talvez o problema seja esse jeito meu. Sei que é difícil de entender. Mas é que ainda não tô nem um pouco afim de me adaptar a esses padrões mundanos. O seu certo é o meu errado. Me espantei com o mundo. me decepcionei com a humanidade. Bebi todas as doses de tequila que eu quis. Abracei todos que desejei. Me declarei. Me apaixonei. Me encantei por sorriso e por jeitinho. Decepcionei a mim mesma. Escrevi coisa ridícula. Fui a todos os bares que pude. Estudei tudo que consegui. Deitei no chão pra ver estrela. Senti saudade daquela que já se foi. Perdoei aquele que me magoou. Tomei sete sorvetes num dia só. Escrevi dois cartões de amor, um de amizade e uma cartinha de irmã. Fiz uma caixinha e dois chaveiros. Desobedeci regras, fui suspensa do colégio. Não me dediquei ao meu sonho tanto quanto deveria. Senti medo de chuva. Fiquei feliz com chuvisco. Durante nove sessões de terapia, só falei de uma menina. Em outras sete, resolvi meus problemas todos. Expressei todas as minhas ideias malucas. Não aceitaram. Peguei a mala, mudei o rumo, não mudei as ideias. Odiei todas as datas comemorativas. Fui a uma cachoeira. Corri no parque. Assisti poucos filmes. Fui enfermeira-veterinária. Fiz bolo pro aniversário de todo mundo (e quantos bolos!). Aprendi umas receitas novas. Cortei o cabelo. Fiz curso de meditação Raja-Yoga, aula de piano e redação. Aprendi uma filosofia nova. Me distanciei e me aproximei de Deus. Fiz amizade com um hippie. Encontrei uma antiga amiga. Me encantei por um blog. Furei a cartilagem da orelha direita. Tanta banalidade com tanto significado. Aprendi coisa demais. Sinto-me, agora, com mais força, mais garra, mais paciência. Isso. Um dos maiores aprendizados que tive, foi a importância de se ter paciência. A confiança no Universo. A crença. A fé. E o desapego. Pessoas vêm, pessoas partem, pessoas deixam um pouco de si, pessoas ficam com uma parte de nós. Pessoas são más até se entregarem ao amor. Pessoas são duras até que alguém as amoleçam. E para o próximo ano, minha expectativa é iniciá-lo sem expectativas, segurando a bagagem de experiências vividas. Feliz ano novo, roupa branca, sete uvas, gole de vinho, blá blá blá, amém.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Sem título.
Essas datas me deixam assim... Vulnerável. Em meio à tanta coisa, à tanta história, sossego meu coração e deixo o tempo agir. É ansiedade. Medo. Carência. Sei lá. Tanta coisa tudo de uma vez só. Muita futilidade pra pouca gente. Acho que não to afim de encarar aquela futilidade da outra casa. Tiara no cabelo. Vestido engomado e blá blá blá. To afim de ficar por aqui, com meu pijama. To afim de ligar pra menina e a convidar pra sair. To afim de fazer quase nada.
sábado, 22 de dezembro de 2012
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Fim que não se finda.
E hoje senti tanto a falta dela. Várias vezes parei pra escrever o que eu ainda queria dizer. Me faltou coragem. É como se eu não me sentisse livre pra dizer. Senti coisa demais hoje. Mais falta que satisfação. Mais frustração que alegria. Quero que essa fase passe logo. Quero voltar a enfiar a cara nos livros sem pensar em mais nada. Quero sentir alegria quando pensar no futuro. Quero me desapegar das coisas passadas. Quero fugir de qualquer apego. Me encantei pelo jeitinho dessa menina aqui. Eu me entregaria. Me doaria. Amaria. Ontem à noite, na praça, até te quis por lá. Imaginei que você fosse gostar. Imaginei que o papo seria bom. Não tenho coragem pra ligar. Tive hoje, apenas. Logo me arrependi. Quero e não quero. Sinto saudade de outras coisas, também. O dia tá ruim. Que tédio. Que falta de empolgação!
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
E o que será?
Tanta gente falando tanta coisa. Coisa negativa. Não sei se o que vejo é só encanto meu. Não sei se palavras suas são as mesmas pra todo mundo. Tô querendo saber também não. A minha inocência e minha crença me fazem acreditar que algo ainda pode ser real. Sem querer me deixar influenciar, acabo deixando. Senti medo. Cansaço. Mais uma vez a mesma história? Bem... Sei lá. Vejamos o que vem da sua parte e veremos como devo agir. Eu ainda quero acreditar nisso.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Sentimento bom.
E ela é dessas que faz o que gosta. Que mostra quem é. Que sorri sincero. Que faz loucura. Que arrisca. Que tem ideias autênticas. Há tempo que eu não encontrava alguém assim. Na verdade, acho que nunca encontrei. Não dessa forma. Bom... A minha admiração você já tem. Tem um pouco de encanto também. É parecido com aquele seu encanto pelo céu laranja da cachoeira, sabe? Há tempo que eu não me sentia tão bem. Há tempo que eu não ficava tão feliz por conhecer algo novo.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Saudade, complicadinha.
De repente começou tocar aquela música. Senti saudade de você. Saudade de falar com você. Saudade de te ver. Saudade de algo que não foi, mas se foi. A verdade é que tenho pensado pouco nisso. Mas ainda penso. Mas só agora senti realmente a falta daquilo tudo. As manhãs tem mais a mesma graça não.
Escolha nossa.
Quando todos julgavam que estava tudo perfeito, que eu deveria estar distribuindo sorrisos de alegria constante, eu estava em estado de turbulência interna. Nada estava bem. Havia mimo. Davam-me tudo o que eu desejasse. Eu desejava lutar por algo que muitos julgam impossível. Eu desejava estar livre. Agora, muitos estão preocupados. E mais uma vez querem me proteger com seus medos. Os medos são apenas seus. Não os compartilhem comigo. Vou seguir. Vou ajeitar tudo da melhor forma que posso. Vou lutar pelo que julgam perdido. Vou continuar acreditando no que ninguém mais acredita. Não estou pedindo o respeito seu. Em nenhum momento pedi ajuda sua. Só peço-lhes para que não interfiram. Protejam-me à distancia, se quiserem. Observem minhas ações. Verão que eu tenho cuidado. A idade é pouca, eu sei. Mas sempre tive sonhos maiores que eu. Vocês os podaram demais. Já me sentia perdida no meio dessa futilidade toda. Algumas coisas, na vida, não são escolhidas por nós. Elas nos escolhem antes mesmo de nascermos. Não vêm facilmente. Temos que lutar. Vocês o fizeram. Acontece que nossos objetivos são distintos. Mas conflitos de opinião há em todo lugar, né? Bem, é melhor assim. Vocês aí, eu aqui. Nem muito perto, nem longe demais. Não há culpa e não há culpado. Olhamos pro mundo de maneiras diferentes. Não estou disposta a me adaptar à visão sua. Você também não pretende mudar. Esse tempo foi pra aprendizado nosso. Estou mais crescida, com certeza. Sei lidar com coisa que não sabia antes. O tempo passa. Nos dá a oportunidade de refazermos nossas escolhas. A vida ainda é longa. Tentem se renovar.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Cadê aquilo?
Deveria estar fazendo mais por esse sonho. Fico frustrada comigo mesma. O sol nasce com um sorriso novo a cada dia, e eu, que deveria fazer o mesmo, me perco. Me busco. Não encontro nada. Como se estivesse anestesiada. Bem, sei que vivi intensamente cada um desses momentos. O fim desse ano deveria estar sendo menos chateante. O apego não deixa. Os sonhos diminuíram. Deixei de acreditar. Entrei nesse mundo pequeno da sociedade. Me deixei levar por ideias menores que eu. Não quis mais salvar o mundo. Não mais acreditei na cura de donças. Não mais acreditei no amor. Não mais amei a humanidade. Deixei de viver. Deixei de me jogar no mundo. Comecei a planejar demais, a sossegar demais. E hoje, senti falta da minha hiperatividade. Senti falta do cheiro de chuva. Senti falta das luzes de dezembro, que eu ainda nem saí pra ver. Senti falta de mim em mim mesma. Senti falta da garra que eu tinha e da coragem que não me faltava.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Por detrás.
A lágrima correu solta, assim que consegui fugir dali. Durante a tarde, a ficha caiu. O fim de parte de uma história havia chegado. Parecia drama, clichê. Lembrei de quando me disseram que, depois da primeira grande perda, as outras se tornam comuns. Não consigo acreditar. Não sinto. A perdas se tornaram mais significativas porque as pessoas passaram a ter maior valor. Os momentos passaram a ser vividos mais intensamente. Cada um se tornou peça especial de um conto meu. Coração tá doendo. Tá batendo forte e fraco. Até poder sentar pra escrever, vim juntando as palavras mentalmente. Vim tentando entender o que tava causando esse sentimento torturante. Percebi que, há uns dias, to sofrendo a minha dor e a sua. É que tem sido difícil falar disso aqui. Me disseram que é medo. E é mesmo. Sei de tudo. Mas não consigo controlar nem mudar. Bem... Amanhã isso vai ter fim. Mas vai ter em mim. E você? Como vai ficar com essa história sua? À noite, fico imaginando o que você ta sentindo, o que tá pensando. Já passei por coisa parecida. Foi fácil não. Não queria passar por nada parecido novamente. Não queria que você passasse por nada disso. Queria poder tirar o sofrimento seu, sabe. Os conceitos religiosos e espiritualistas vêm me afrontar. Os livros falam sobre a importância do crescimento de cada um. Dizem para não compartilharmos dor. Até tentei por em pratica. Hoje, resolvi assumir que não tive sucesso nisso. O pensamento que me vem em relação a você é sempre o mesmo. "Como ela tá se sentindo com essa mudança toda?!". Me preparei pra perguntar, digitei a pergunta, não tive coragem de enviar. Mas as lágrimas não corriam só por isso. Seria até egoísta. Também tinham os outros. Pessoas humanas. Pessoas humildes. Pessoas que ainda farão muito pelo mundo. E que, de alguma forma, contribuíram pro meu mundo. Pessoas que me doaram sorrisos. Abraço. Tempo. Carinho. Compartilhamos medos e esperanças. E agora, vamos conhecer um mundo novo. Vamos seguir caminhos distintos. Vamos nos esquecer ou vamos nos amar por longa data. As meia-amizades não ficam. Tornam-se, rapidamente, vagas lembranças. Por quem cativamos a admiração... Ahhh! Esses se eternizam na alma nossa. Admirei poucos. Amei menos ainda. Muitos, nem sabem do amor meu. Por isso as lágrimas. Em cada gota salgada, havia uma dose de apego. Vontade de não deixar de sentir nada disso. Vontade de ligar pra uns. De me despedir de outros. Vontade de atitude de alguém. Vontade de atitude minha. Vontade de te ver bem, algum dia.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
O amanhã.
Tente repensar. Se precisar de um tempo, tudo bem. Saiba que ainda está em tempo. Saiba que ainda pode ousar. Escute novamente aquela primeira música. Leia, releia. Pense, repense.
domingo, 2 de dezembro de 2012
Sábio Nando.
E aí as pessoas vão mudando de opinião. Aquilo que era tão belo, perde algumas cores. Da árvore de amores, caem as flores. Mas a essência permanece. A admiração fica guardada no fundindo da alma. E, então, ela permanece entre as coisas tão mais lindas.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Não se entristeça.
Tenho pensado tanto em você, que devo estar te mandando toda a energia positiva que consigo adquirir.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
A vida é tão rara!
Nesses momentos penso em o quanto vale à pena estar disposta. Se bem que , ultimamente, to disposta a quase nada. Mau humor machuca. Palavras cortam mais que faca afiada. E pessoas não pensam. A humanidade não sente. Não ama. Não vê. Sofre. Depois... Se perguntam porquê. Onde não há amor de si pra si, não há de haver amor de outro pra si. E é assim. Sem muita filosofia. Cuidado. Cuide para que esse amores, que lhe são doados, perdurem. Isso é coisa rara nesse mundo nosso. Pense. Ame-se.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Revoltinha por medo.
Não há como não sentir medo. Toda aquela filosofia da meditação é muito certa. Mas... Quase impossível de se praticar. Abstrair sentimentos não é fácil não. O medo do incerto vem e aflige. O apego pelo outro dói. A questão é exatamente essa. Amor não dói. O que machuca é esse apego. E é, posteriormente, o que causa saudade. Não sentir isso ou aquilo é treino. Eu sei. Todos sabem. Mas é bem mais fácil se entregar à dor e aos pensamentos negativos. Por isso estou preocupada com a conversa de hoje. Não sei qual o assunto a ser tratado. O que eu pensava que poderia ser, não parece ser mais. Ansiedade maldita. Medo de hoje. Medo de depois. Sempre buscando força. Sempre cansando. Quase nunca em paz. Quase sempre alegre. Sempre sonhando com algo. Tem machucado, tem doído. Vai continuar assim, né?! Então... To implorando pra que o Universo me guie. To cansando de pensar sobre o que é certo ou errado. To cansando de conversas sérias. To cansada dessa gente que não conversa nada.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Manhã de medos.
Pensei que essa manhã seria pior. Reparei a roupa. Me distraí com coisa qualquer. Fingi bem, pelo menos.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Tempo, volte!
Agora a noite, ele comentou algo sobre você. Daí, acabei me permitindo voltar a pensar nisso e naquilo. Senti uma pontinha de arrependimento. Senti um pouquinho de falta. Do que?! Sei também não. Deve ser das conversas. Passou.
domingo, 25 de novembro de 2012
Perdão seu, crescimento meu.
Por você, já senti de tudo um pouco. Quando eu era pequena, te admirava imensamente. Era meio que o meu herói mesmo. O mais inteligente de todos os pais do mundo. Lembro das tardes no parquinho de madeira do shopping. Colocava em mim, o vestidinho mais lindo, meia calça branca e uma tiara no cabelo, combinando com a roupa. Sinceramente, eu odiava me portar daquele jeito. Mas era a sua baby-baby. No início da adolescência, me distanciei um pouco. Nem muito perto, nem longe demais. Juntos na medida certa. Quando ela adoeceu, foi a maior confusão. Bem, até hoje, acredito na teoria dela. É a mais óbvia e, também, a mais preconceituosa. Mas isso nem tem feito parte dos meus pensamentos. Tentei questionar. Quando aquela perda doía muito, eu precisava culpar alguém. Isso é humano, né. Senti raiva. Desejei que tudo fosse diferente. Hoje fiquei pensando nisso tudo. Não me arrependo de nada que foi sentido. Era o melhor que eu podia doar pra situação, naquela época. E ficar sem ela, foi difícil até pra você, né? Hoje senti uma gratidão imensa por ter tido você na minha vida. Por ter sido ensinada por ela. Por ter vivenciado cada gota desse amor e dessa dor. Hoje senti gratidão por tudo que aprendi nesse prazo pequeno de vida. Mas, ao mesmo tempo, tive uma vontade imensa de te ter por perto. Nossas vidas ficaram próximas poucas vezes. Mas, nessas vezes raras, partilhamos de uma sintonia gigantesca. Acho que esse sentimento todo, é o que ela chama de perdão. Sei que demorei pra conseguir isso. E, se você ao menos soubesse dessas coisas do meu coração, eu te pediria desculpas. Você não sabe... Menos mal. Mas você sabe que sempre demoro um pouco pra lidar com esses sentimentos meus. Acho tudo muito complicado de sentir. Enfiar a cara nos livros é consideravelmente mais fácil. Tentei imaginar quanto tempo ainda tenho com você. Achei melhor nem pensar nisso agora. Mesmo que eu tentasse, não ia mesmo saber. Só sei que ainda tenho o resto do dia de hoje. Pra amar. Pra conversar. Pra ouvir o que você pensa sobre a vida. Pra me encorajar. Hoje, quis te agradecer por ter feito parte da minha história, por fazer parte de mim.
SMS de vestibular.
"Levanta. Levita acima desse mudo palpável. Transcende além dos seus medos pequenos. Enxerga depois dessa prova tão pontual, pra ver toda a vida que se desdobra à sua espera, à espera do seu sonho. Sonha, com o conforto que poderá levar, com o abraço que sempre pode dar, com a cura que vai proporcionar... Levanta sabendo que o que é seu é só pra você, em qualquer lugar, em qualquer momento. A inspiração veio pra isso, não para a bronca rs. Beijos, guerreira." (J. M.)
sábado, 24 de novembro de 2012
Risos.
Ando 300 quilômetros, buscando distanciamento disso tudo. Sonho com você a noite toda. Acordo sem energias. Irônica essa vida. Cômico.
Lembrança velha.
A entrada a cidade parece um longo corredor de lembranças. Senti saudade. As luzes coloridas me encantam. Fazem-me lembrar uma época apaixonada. Os bares. A sorveteria. Aquele posto de madeira que eu sempre esqueço o nome. A biblioteca enfeitada com as luzes de Natal. O prédio dela. O colégio. Fórum. Mc. Faculdade. Passamos por todos os lugares. Momentos diferentes. Energias diversas. Amores. Declarações. Choros. Arrumava carona só de ida. Mudava de opinião e de gosto, a cada dia. Sim, a entrada da cidade é como um corredor de saudades. Tenho, daqui, infinitos frascos de lembranças. Ressentimentos. Medos. Questões mal resolvidas. Aproveitando pra dizer... Eu estou crescendo, menina. Será que podemos ter aquela conversa de gente grande? Na padaria, talvez. Com café tudo fica mais ameno. Tenho umas coisas sérias pra lha dizer. Ano que vem é seu ultimo ano aqui. E sem você nesse lugar, boa parte desses lugares perderão a simbologia, a importância. A maior parte disso tudo, foi construída com você. Saudade.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Realidade?
Não havia mais que fazer nem o que pensar. Queria chorar. Aquele choro de criança pequena, sabe. Não conseguia. Julgava a sutução ridícula demais. O café mal fora experimentado e esfriava lentamente. O cheiro de incenso exalava no quarto. De banho tomado, cabelo molhado. O amigo enviava-me mensagens. Queria fazer planos pro próximo ano. Eu só queria melhorar a minha energia, que estava pra lá de negativa. Com ele me sentia segura, iria pra qualquer lugar do mundo e sei que seríamos felizes. Não tinha duvidas quanto a isso. O medo era outro. Depois de sentir um frio na barriga, lembrei que eu estaria fisicamente distante dela. Sei que, mesmo se eu ficasse por aqui, provavelmente nada mudaria. Não to conseguindo entender nada disso. Algumas das suas palavras ficaram deslocadas. Não se encaixam na história. Mas, no momento em que escrevia o outro texto, comecei a aceitar tudo isso da forma que realmente é. Pensava no necessidade de mudar meus pensamentos, necessidade de abandonar esse carinho que sinto por ela. Senti vontade de corrigir a prova. Na verdade, começava a achar que não suportaria isso tudo. Muio mais fácil fugir do que lidar com situação qualquer. Em outro lugar, haveriam outros sorrisos. Talvez tão bonitos quanto o seu. Não queria nada. Vamos pra longe, menino, nem que seja por uma noite só. Não to conseguindo te explicar nada disso, só preciso que me leve daqui. Preciso que não me fale nada sobre a outra. Aquele é outro assunto que, também, está guardado.
Tanto faz.
Causa-me de tudo um pouco. Faz o coração disparar, o olhar desviar. Deixa-me sem graça. Deixa-me com medo. Queria ter a capacidade de me adequar à normalidade e seguir conselhos de psicólogos. Admirar meninos também não seria má ideia. Definitivamente, eu não poderia ser a sua pessoa. Até tento concordar com os outros e enxergar, em mim, algo que possa lhe agradar. Tentativa multiplamente falha. Vou escrevendo isso e tenho vontade de chorar, de correr daqui. Tiro os olhos da tela, olho para frente, e vejo meu cadarço desamarrado... Deve ser obra sua. Ao fundo, tem a sua mochila. Fico pensando em quando essas imagens não mais existirem. Me disseram que talvez seja melhor. Que talvez eu desencane, esqueça isso e amplie minha visão pro mundo. Eu ainda sinto medo. A esperança é a primeira que nasce e a última que morre, você disse. Acho que essa é a filosofia mais verdadeira que conheço. Já tô cansada de saber que os sentimentos passam e que logo deixamos de nos importar com as dores. Mas o fato é que, em algum momento, eu acreditei que isso pudesse ser bom. E
E, acho que nesse mesmo momento, desejei te ter por perto. Que seja. Tanto faz.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
(des) encanto.
No dia em que te falei todas as coisas, achei que meus sentimentos estariam ao meu controle. Quando te vi, pela primeira vez, na escola, percebi que não havia nada de controlável. Eu já pensava em você antes de ir lhe falar qualquer coisa. Já arrumava maneiras propositais de saber coisa ou outra. Me sentava perto, quando podia. Implicava. Olhava sua página, no facebook. Sonhei, planejei, desejei e imaginei muitas coisas, muitas histórias, muitos começos e muitos fins. Depois de falar com você, eu só pensava em maneiras de não pensar em nada disso. Não queria sentir, não queria estar envolvida em nada. O que mais me intrigou foi exatamente o fato de você, sem nem ter conhecimento disso, conseguir mudar muita ideia-fixa minha. Mexeu comigo de todas as formas possíveis. Por isso não acredito em acaso. Lembro de um dia que, do balcão da cantina, te enxerguei na fila do lanche. Meu coração disparou desesperadamente. Minhas pernas começaram a tremer. Só então eu consegui entender a expressão 'coração sair pela boca'. Foi a primeira vez que senti aquilo por uma pessoa. Foi a primeira vez que me senti tão vulnerável, tão doada. Esses momentos não foram tão bons... Eu sentia medo. Mas, mesmo assim, tentei guardar cada cena. Contei cada sorriso seu. Cada olhar, também. Às vezes, fico pensando nisso. Consigo visualizar você sentada, toda torta na cadeira, olhando pro celular. O que quero dizer é que, por você, senti coisas que não tinha sentido por outra pessoa, ainda. Sei que não consegue enxergar o motivo. Mas é que, pra mim, você é maravilhosa, menina. Sei, também, que vejo coisas suas que nem você pode ver. Talvez eu esteja errada. Não sei e nunca vou saber. Mas é o que vejo; o que sinto. Quando tudo doía muito, eu conversava com diferentes pessoas sobre isso. Cada uma com uma opinião. Nenhuma parecia ser muito aplicável à você. Como se fosse mesmo única e precisasse de uma nova técnica, entende? Nem eu entendo. Mas tentei. Tentei te dizer tudo que sentia. Tentei lhe dizer que estava disposta a aceitar o que você impusesse. Tentei cuidar de você. Mas, você não parece precisar nem desejar esses cuidados, menina. Sempre te deixei tudo bem claro. E você também o fez. É que as vezes eu tentava enxergar uma pontinha de esperança em coisa ou outra, em algum ato seu. Escrevi dezenas de textos e não postei. Também escrevi mensagens que não enviei. Pensei em ligar e não liguei. Chorei. Quis te questionar algumas coisas, mas achei que não seria conveniente. Nessa semana, em uma das minhas orações, entreguei isso tudo pro Universo. Pedi que acontecesse o melhor. Depois disso, tive vontade de parar de ouvir os outros. Achei melhor agir do meu jeito. Gosto imensamente dessa Letícia que tem fora da escola. Gosto demais desse sorriso. E, a maior parte desses últimos dias, só consegui pensar em você. Acabaram meus argumentos. Acabou a minha capacidade de escrever textos tentando te fazer sentir algo. Acabou a minha espontaneidade pra ir falar com você sem ao menos saber se estou incomodando. Entende o que eu tinha postado?! O tempo passa e nós temos a oportunidade de fazer e refazer nossas escolhas. Eu escolhi me permitir sentir isso por você. Eu escolhi me encantar pelo seu sorriso. Eu escolhi me doar ao ridículo. Logo, faço outras escolhas e tudo muda. Não sei se isso tudo é o certo. Não sei se eu fui a tentação/provação que surgiu na sua vida. Não sei se era pra eu ser a outra opção de escolha. Não sei das suas conversas com Ele. Só sei que tenho agradecido por ter me aparecido você. Porque, apesar de tudo não ter passado de conversas e declarações, você foi quem eu pedi. Acontece que temos o livre arbítrio e nem sempre conseguimos entrar em sintonia com o outro. Mas tenho certeza que, independentemente do que venha acontecer nesses próximos meses da minha vida, vou levar um pouquinho de você em mim. Por isso prestei atenção e dei tanta importância para aqueles sorrisos e olhares. Queria ter feito algo mais. Queria ter deixado um pouco mais de mim, entende? Mas isso não dependia só de mim. Você é apaixonante, menina. Desculpe-me por todo alvoroço. Saiba que esse seu jeito deixou um coração mais que apaixonado... O deixou tão bobo e encantado, que te acharia linda mesmo com aquele pijama fedido que fica jogado em cima da cama. Eu precisaria da palavras infinitas pra escrever isso. Faltam-me. Enfim... Cuide-se, anjo.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Assim espero.
Creio que logo saberei o que devo escrever. As palavras vão e formando no coração. No entanto, ao serem escritas, sofrem influencia racional. Isso faz com que não sejam tão puas como deveriam. Logo saberei escrever o certo. E aí, então... Vou poder postar tudo isso que, de tão ridículo, só serve pra rascunho. Tô cansada desse choro todo. E de fugir, também. Tenho tanta coisa pra dizer. Mas nada parece fazer muito sentido. E se eu disser?! Vai acontecer o quê?
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Sábado outro.
Ali com você, eu estava em uma situação plena de conforto. Nada de tão bom, nem de muito ruim. Você dizia coisas que eu queria ouvir. Não estava certo e sabíamos. Mas, naquele instante, fazia-me completamente dependente do seu abraço. Fazia frio dentro de mim. Pensar nela, já me cansava. Eu só estava tentando fugir dos meus pensamentos e você tinha conhecimento de cada parte de mim. Bom demais para ser longo, né. Alguns momentos foram feitos pra existir uma vez só, eu te disse. Não consigo controlar o que sinto e você é incapaz de conviver com essa situação. Então, vamos seguindo nossas vidas. Vivi cada toque como se fosse mesmo único. Me arrependo de nada, não entenda mal. Mas, de alguma forma, entenda-me. Decifre-me. Espero que entenda essa minha incapacidade de duplo envolvimento. Tinha mais carinho seu que meu, não foi por mal. Apenas senti a necessidade de tentar esclarecer.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
{A[c(alma)]}.
Queria mais um pouco de tudo. Um pouco mais de tempo, sabe. Estava triste, um pouco depressiva. Você chega com esse sorriso seu, tudo fica bem. Eu, você, abraço. Só precisava de mais alguns minutos ouvindo os batimentos do seu coração. Nem as lágrimas tiveram coragem de correr. Tudo ali estava muito bom. Trouxe-me energia, flor. Preencha-me.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Noite desnecessária.
Mal abri os olhos e já me perguntei o que eu tinha feito ou falado. Meu Deus! Maldito celular e maldito sono. Combinação imperfeitíssima. Acho que preciso parar de pensar nisso tudo. E parar de falar, também. Parar de te falar, na verdade.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Ê, mocinha.
Entendi aquele sorriso não. O que eu disse no outro texto é coisa séria. Melhor desviar o olhar, fingir que nada disso acontece e dar risada dessa loucura toda. Mas que é provocante, é.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
O que eu postaria.
Faz tempo que fica imaginando muita coisa. Na verdade, o que a atraiu na outra foi isso. O corpo, o jeito de andar, de olhar. É provocante. Dá vontade de muita coisa. Deve ser espertinha. Sei lá, tem jeito. O rosto. A boca. As mãos. Tão íntimo o pensamento, que nem deveria ser exposto. Foda-se. Espera que a outra seja mais inocente. Espertinha e bobinha, entende? Aquilo de experiência nova. Sabe mas não sabe. Quer e não quer. Tem medo e tem vontade. Beijo, mão, arrepio. Silêncio. Vergonha. Medo. Qualquer lugar tá bom. Fica quieta e deixe que a outra te guie, te leve, te sinta. Sinta-se. Aproveite. É assim agora, depois melhora.
Visão de mundo.
Essa falta de rumo tem me incomodado. Tantas opiniões diferentes. Em outra época, eu já teria me decidido. Odeio isso de indecisão, medo. Sei lá pra onde quero ir. Quando eu deveria estar ansiosa, me dedicando pro que eu sempre quis, tô arrumando aulas pra fazer. Muitos estão dizendo que passou o tempo já. Outros, além de mandarem eu fazer tudo que quero, ainda me chamam pra ir pro bar. Tô entendendo mais nada. Tô esperando coisa demais. Tô fazendo de menos. Não sei mais o que é certo. Nem tô sabendo se existe o errado. Penso nisso porque acho que deveria mesmo pensar. Mas, na verdade, tô me importando não. Quero ir tocar piano, conhecer a nova professora, estudar pro vestibular que eu quero, andar de bicicleta e só. Acho que tô tentando me adaptar no mundo. Deve estar na hora, né. Dezessete anos questionando isso tudo. Cansei. Tenho conversado com pessoas pra saber o que elas pensam sobre o amor. É a única coisa que ainda me intriga. Também, cada um pensa uma coisa. Ah! Isso de frieza da certo não. Tô dando a cara a tapa ainda. Esse romantismo exacerbado ainda me encanta. Qual seria o propósito de conviver nesse planetinha minúsculo, com esse tanto de gente de todos os tipos? Se doar ao outro é o que há de melhor, eu acho. A gente sofre por escolha. Tá todo mundo dizendo que vai ser assim a vida toda. Tenho me preocupado não. Gosto de quem gosta, de quem não gosta. Gosto de tequila, também.
domingo, 11 de novembro de 2012
Sobre a música.
Acho que comecei lembrando de você pelo "You=Me"... Seria exatamente o contrário, né. Oposto. De resto... A letra toda eu queria mandar pra você. Menos uma frase. Bom... Não é, mas eu queria, algum dia, poder dizer que o melhor sobre mim é você.
Sobre o que já foi.
Andando pra casa, tentei pensar em uma canção que descrevesse a gente. Achei uma pra você com seus inúmeros amores e uma outra pra mim, com meu ciúme. Pra gente tinha nenhuma não. Tô nostálgica hoje. Ainda tenho daquele perfume que me lembra você. Fico lembrando daquele primeiro natal. Você em Goiânia, eu aqui. Falava com você o dia todo e à noite também. Os fogos de ano novo passei em frente ao computador. Tanta história, tanto riso, tanta curiosidade. Saudade daquilo tudo. E parece que, a cada dia, estamos mais distantes. Fiquei fazendo uns planos hoje. Coisa boba, sabe. Aquela minha vontade de sair dirigindo por aí... Visitando parques de diversões. Você entendia isso. Entendia minha vontade infinita de sorvete (risos). Era engraçado aquela coragem que a gente tinha pra fazer as coisas loucas. Caipirinha. Bar. Era bom o Toddynho com bisnaguinha e requeijão. Quando você tava triste, ia comprar paninho. Eu tentava entender aquilo. Tentei te falar sobre tudo isso. Não deu. Os anos passam, a gente passa.
Quer(ia).
Ela: - Duas bolas, por favor. Você pode colocar cada uma em um copinho?
Eu: - Por que fez isso?
Ela: - Tática pra ganhar duas coberturas.
É... Hoje é um daqueles dias perfeitos pra almoçarmos sorvete.
Continuação da conversa.
Escrevo coisa pra ser lembrada depois. Algumas eu nem precisaria escrever pra lembrar. Aí, escrevo pra você. Não deve achar ruim, senão não entraria mais aqui. Bem... Não espero que nada passe disso algum dia. Conversas (boas) pelo facebook, textos aqui, música, pensamentos meus, e eu tentando estar onde você está. Então, quando faço ou falo alguma coisa, é sem pretensão. Quando, o que já está claro, tem que dar certo, não demora muito. Não há reciprocidade em nada disso. Então, falo com você porque gosto e porque ainda não me faz mal. Sobre o que você disse... De entrar aqui pra saber como agir, eu não acho que seja necessário. Sério, não quero que você aja de forma diferente com quem você gosta e quer estar perto, por minha causa. Eu sei lidar com o que sinto. Já te disse que penso que ninguém é culpado pelo que a gente sente, né. Você vivia a sua vida normalmente, nem sabia da minha existência. Não tem que mudar nada por causa de uma menina que fala e escreve um monte de coisa pra você. Mas sabe, você ter falado isso ontem, me fez pensar. O fato de você se importar com o outro (nesse caso, eu), me faz te admirar ainda mais. (PS: Eu já tinha te falado isso por mensagem; acho admirável o que você sente e como você age em relação a isso. Pouquíssimas pessoas nesse mundo ainda têm essa capacidade). E eu acho que o 'gostar' é isso, sabe, é admirar e enxergar além do que todos enxergam. Por isso, talvez fosse melhor você ser daquelas que não tá nem aí uashuahsuahs. Engraçado isso, né, esse ano, com exceção de quando eu ia pra Franca, aqui eu nem queria saber de menina nenhuma. Tava com raivinha disso tudo já. Em toda história tem que ser uma coisa meio escondida, conturbada. (Isso é perceptível naquele texto que você me perguntou se era pra alguém da sala). Sério, tentei ser "normal" de todas as formas. Aí, sei lá porquê motivo, eu resolvo ir falar com você. Tava tudo certo... O ano ia acabar e nada disso ia acontecer. Mas não, eu tinha que fazer merda aushauhsuahsa. Ou seja, vida troll e tentativa falha. Ah! Já que eu já tô falando esse monte de coisa, vamos pro resto... Nisso tudo, teve só um dia que eu achei que você fosse pensar no que eu te falo. Foi no primeiro dia do ENEM (quer dizer, naquele fim de semana todo). Mas, no outro dia você disse que nem lembrava do que tinha dito. Aí passou uashuahsuha.
Enfim. Foi bom ter te 'conhecido'. Eu ainda não sei como e explicar isso, mas eu acho que já sei qual o lado positivo disso tudo (quando sair o resultado do vestibular, eu te falo)... Foi como um anjo. É bom falar com você. E, apesar de ser estranho, eu gosto do seu jeito. Quando precisar massagear o ego, entre aqui. Os textos são seus, você sabe.
sábado, 10 de novembro de 2012
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Seu.
A cada 'Bom dia', te daria um novo sorriso. Reinventaria a mesma história, quando a versão original já estive desgastada. Em cada sorvete, um novo sabor. Em cada presente, uma nova simbologia. Em cada data, a esperança de que ela se repita. Em cada desejo seu, esforço para realizá-lo. Nos dias tristes, um rosa pra te alegrar. No mau humor, paciência. Em cada manhã, a espera de uma tarde melhor. Em cada minuto, um novo plano. Em cada sonho, você.
?
E se não for agora, será depois? Tô sentindo medo disso tudo. Medo de me desapegar disso aqui. Medo do que está por vir. Qual a razão disso tudo? A gente não pode ficar bem por um longo tempo? Não acredito em felicidade plena. Afinal, o momentos ruins é que provocam o amadurecimento da alma. Mas já faz tempo que nada tem sido muito bom. Aquela energia que eu tinha antes, não tenho mais. Não tenho a mesma força, nem o mesmo otimismo.Valorização? (risos). Sério, tá doendo. Tanta gente passa por mim e... Se vai. Nada muito longo, nada duradouro. Não sei mais do que devo lembrar, nem o que devo buscar. O choro sai como se quisesse lavar tudo isso. Não tem adiantado.
Saudades, Anjo meu.
Feliz dia.
Foi o abraço mais inesperado de todos. Não tinha te visto ainda. Quando vi, já estava te abraçando. Não sabia muito bem o que fazer. Por causa disso, nem agradeci quando você terminou de falar. Tudo é tão diferente de escola. Na volta pra casa, pensei em coisa demais. Mas, também, aproveitei cada segundo daquele momento. Não sei se acontecerá novamente. Engraçado isso... Durante a cerimônia, eu te olhava e meu sentimento era outro. Acho que é o que costumam chamar de ciúme. Estava disposta a não querer mais nada daquilo. Queria sair logo daquilo, daquela imagem, e vir embora pra casa. Com um abraço, tudo mudou. Só sei que você é meu oposto completo. E, fui até aquele lugar só pra te ver.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Sobre o amor.
Ela: _ Amor é aquilo que surge com um olhar ou com anos de convivência. Aí isso fica em você, sabe. A gente guarda, esconde, tenta fingir que não sente, mas não adianta... Pertence à você.
Eu: _ Então você acha que nunca acaba?
Ela: _Bom, uns dizem que passa com o tempo. Eu acredito que, pra curar um coração machucado, não há nada melhor que um novo amor. É como magia, sabe?
Eu: _ Acho que nunca passei por situação assim. Então, não sei se sei.
Ela: _ A gente aprende quando se apaixona. Você sabe sim.
Eu: _ Quase sei, então. (risos)
Ela: _ É.
Eu: _ Então você acha que nunca acaba?
Ela: _Bom, uns dizem que passa com o tempo. Eu acredito que, pra curar um coração machucado, não há nada melhor que um novo amor. É como magia, sabe?
Eu: _ Acho que nunca passei por situação assim. Então, não sei se sei.
Ela: _ A gente aprende quando se apaixona. Você sabe sim.
Eu: _ Quase sei, então. (risos)
Ela: _ É.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
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Sei lá. Seria só questão se conversar. Se quisesse continuar com suas paqueras, mascaras, rolinhos... Tudo bem. Antes assim que coisa nenhuma. Se fosse melhor pra você, tudo bem. Sei que se algum dia sentisse algo maior, pararia com tudo e ficaria com uma coisa só. É assim. Paixão surge com o tempo. É moroso.
Fim de dia.
E se eu estiver errada em acreditar que existem pessoas diferentes das demais? Não sei se dará para voltar atrás. Também, não sei se iria querer isso. Sempre escolho o novo e ultimamente, não tenho colhido bons resultados. Me dizem para sempre acreditar na capacidade de renovação das águas. Bem, o lago parece estar parado. Mas, suas águas pararam de se movimentar após uma chuva violenta. A água está suja, escura. Tem me causado medo. Falta-me discernimento. Falta-me amor. Sobra-me frieza. De repente, surge alguém capaz e modificar, de movimentar a água. A correnteza avança, no entanto, a água continua barrenta. Impede-me de enxergar o que está no fundo. Não sei o que há no interior de você. Nada disso nunca dará certo, né? Você será como é com as outras pessoas e eu ainda estarei aqui, esperando. Será que, quando as férias chegarem, você ficará cada vez mais longe até que um dia não apareça mais? Sabe _segredinho nosso_, depois que tudo isso começou, percebi que a minha vontade de não partir nese ano, é exclusivamente por causa sua. Ficaria por aqui pra estar perto de ti. Depois me resolvo com a medicina. Enfim. Estou impaciente hoje. O dia foi bom. Mas, agora a noite, estou pensando em como será péssima a manha de amanhã.
domingo, 4 de novembro de 2012
Dia de hoje.
Em cada dia, um novo conto. Em cada conversa, um pedacinho seu fica em mim. E assim, vou guardando parte a parte. No meio da prova, quando eu já estava querendo que tudo aquilo terminasse, me veio um pensamento bom.
sábado, 3 de novembro de 2012
Complicadinha.
Já é motivo de muito sorriso meu. Não sei explicar nada disso que acontece. Bem que eu queria. A cada noite, quando vou dormir, independentemente do que tenha acontecido durante o dia, penso apenas se falarei com você no outro dia. É... Há umas três semanas que tem sido assim. Pela manhã, assim que acordo, antes mesmo de sair da cama, penso em como será quando eu te vir. Quando te vejo, sinto uma coisa estranha. É sempre a mesma reação. A palavra fica mais difícil de ser dita, o olhar desvia, o sorriso se esconde, o coração dispara. Sério, pode fazer como quiser... Estou disposta. Já até me acostumei com essas suas risadas desordenadas. Logo logo me acostumo com a sua lerdeza e tudo fica certo (risos). Não consigo entender nada ainda. Mas, prefiro a ver como um presente. Mesmo que tudo fique só nisso. Você é o que ficará guardado no frasco de memórias desse ano. É o que me aconteceu de mais importante. Bem... Espero que eu possa carregar esse frasquinho por muito tempo ainda. Não pretendo deixá-lo em alguma prateleira por aí.
Minha Frô.
Estava procurando uma música que você me mandou e, por acaso, comecei ler nossas conversas antigas. Parece que você já sabia de tudo que aconteceria. É por isso que tudo que você diz, eu sigo. Essa dependência não é boa, eu sei. Mas sabe, você é a minha flor. Tem jeito não. Já te falei sobre meus medos. Te contei sobre os meus sonhos. Te deixei ciente de que você está presente em todos eles. É assim... Você foi o meu presente e espero não ter sido um fardo. Eu a amo. E não é de agora. Não faz sentido ser dessa vida. Desde aquele dia no ônibus, voltando do Workshop, eu já sabia que você era o meu amor maior. Esteve presente em todos os meus dias. Em todos os meus medos. Em todos os momentos de desespero. Tem a voz que me acalma, a mão que me acalanta. Tem as palavras certas. Tem o cuidado de irmã. Eu te amo da forma mais pura. E tento descrever esse amor de maneiras diversas. Não consigo, não sou capaz. Apenas sinto. Apego-me a sentimentos tão bobos. De repente percebo que desvalorizo o que há de maior. Deixo de lado tudo o que você me diz. Deixo de lado o teu amor. Me apego à coisas ridículas. Acho que posso salvar o mundo. Não é assim, né? Não vou conseguir. Desculpe-me se às vezes deixo as suas palavras de lado. Desculpe-me por fazer muita coisa ao contrário do que deveria. Ela foi embora. Eu ganhei você. Eu não cuidei do amor que ela tinha por mim. Não estou cuidando do que você me doa. Desculpe-me. Um dia eu estarei por perto. Vou deixar de ser teimosa. Vou parar de acreditar que outras formas de amor existem em qualquer lugar. Terei foco. Eu te amo, minha flor. tente me entender. Sei que aceitar certas coisas, é complicado pra você. Eu entendo, acredite. Só peço que acredite na minha capacidade de lidar com as situações. Seria mais fácil gostar de um menino qualquer, eu sei. Mas não é isso que acontece. Não é controlado por mim e nisso você não pode me ajudar. Só tente entender. Eu não estou sofrendo com isso. Não mais. Enfim. O objetivo do texto não era esse. Só quero que saiba que a amo. E que passarei a dar um pouco mais de valor no amor seu. Já tenho a minha flor mais preciosa.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Liz.
Ela: _ Bu!
Eu: _ Uaaaaai, o que você tá fazendo aqui!?
Ela: _ Nossa! Estava esperando uma recepção um pouco mais calorosa (risos). Talvez um 'oi! Que saudade!'.
Eu: _ Ah, me desculpe. É que eu não estava esperando te encontrar por aqui.
Ela: _ Tudo bem. Estava passando e te vi. Preparada pras provas?
Eu: _ Tentando estar.
(abre um sorriso aconchegante)
Ela: _ Você vai conseguir!
Eu: _ É. Bem que eu queria prever o futuro. Tem tanta coisa acontecendo em mim.
Ela: _ Coisa ruim?
Eu: _ Não. Coisa complicada.
Ela: _ Isso é saudade de mim.
Eu: _ Deve ser.
Ela: _ Às vezes fico pensando naquele dia. Foi diferente.
Eu: _ Porque foi comigo, né (risos).
Ela: _ É sério, para de graça.
Eu: _ Também to falando sério.
(Me encara da forma mais sutil)
Eu: _ Deve ser porque tinha carinho. Meu e seu, sabe?
Ela: _ É. Não tem explicação (risos)
Eu: _ Meus tios tão aqui. Tenho que ir.
Ela: _ Bom te ver.
Ela: _ Tente aparecer às vezes.
Eu: _ Você tem meu número.
Falácia de Finado.
O dia de hoje, como nos outros anos, está feio. Nublado, sem chuva, com um sol reprimido. Tô sentindo nada. Nem saudade, nem ansiedade. Era pra estar sentindo tanta coisa, né. Pois é. Só queria ir tomar sorvete e pular toda essa parte de cemitério e blá blá blá. Não consigo processar essa ideia de marcar dia, em calendário, pra ficar triste. Meu maior problema tem sido o medo de ir embora. Era o que eu mais queria. De repente, milhares de motivos desconhecidos me fazem querer ficar. A prova será feita e bem feita. Mas... Sem pretensões, sem medo, sem nada. Talvez seja o melhor. Talvez, eu decida ir ficar perto da outra. Posso pensar nisso em janeiro, né? É. Janeiro, Rio de Janeiro, sei lá. Até lá, provavelmente, tudo estará nessa mesmice. Mas as vontades mudam, o coração acalma, a mente pensa e eu espero.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
eLa.
Tão estranho. Tão rápido. Tão meu. É bom estar perto. Não há motivo e nem pretensão. Há carinho e admiração. Melhor esconder. Melhor escrever. Deixar quietinho, guardado. Um dia, coloco tudo em uma caixinha e te entrego. Um dia te conto meu maior segredo. Um dia eu te convido pra coisa qualquer. Sem medo dos 'nãos' que virão. Sem medo de dizer. Um dia você também estará por aí com alguém, e eu ficarei feliz em te ver bem. É assim. Não é pessimismo não. É só o que acontece na realidade nossa. O pronome possessivo feminino, da primeira pessoa do singular, não poderá ser utilizado quando me referir a você. Mas, tudo certo. Enquanto posso, continuo te olhando, menina.
Oratório.
Se fiz o certo eu não sei. Sei só que fiz o meu melhor. Se vai dar certo? Sei também não. Um dia dará. Demorei muito pra isso tudo. Mas agora, sinto-me em casa. Talvez tudo mude nos próximos anos. Que eu me adapte novamente, então. Que pessoas boas estejam no caminho. Que o medo não nos afaste. Que eu saiba reconhecer os olhares puros. Que eu doe amor. Que eu receba sorrisos sinceros. Tão pouco e tão grandioso. Que eu tenha paciência e humildade. Que eu siga na direção certa. Que você esteja em mim.
domingo, 28 de outubro de 2012
Faltou.
Cozinhei. Tinha pessoas agradáveis, tinha meu sorvete favorito. Teve briga nossa, pra variar. Uma outra tentando descobrir algo sobre mim. Tinha dois bêbados engraçados. Piscina. Calor infernal. Sol insuportável. Eu vermelha. Só não tinha por aqui o que eu mais queria.
Estações.
Sensação nostálgica. Deu saudade do verão passado. Tanta chuva, tanta paixão. A praça estava toda colorida. A grama, quase sempre úmida. O bancos cheios. Todo tipo de gente, todo tipo de amor. Luz de natal, música e sorvete... Me lembravam você. Sentava-me por lá e ficava, por horas, te esperando. Sabia que não viria. Mas, o pensamento me agradava. Fui lhe visitar algumas vezes. Eram as manhãs mais engraçadas. Conheci um hippie e um louco apaixonado pela minha melhor amiga. Eu falava de você, ele falava dela. Carregava meus amigos comigo. E iam todos. Ficavam esperando, na porta da sua escola, curiosos pra saber o que estava acontecendo lá dentro. Acontecia nada demais. Mas era agradável. Época boa. A inspiração estava bem aflorada; escrevia textos e mais textos. Tempo que não volta, né? As histórias são completamente diferentes. Provavelmente, no próximo fim de ano, estarei aqui sentindo falta de uma outra coisa. E sabe, por isso escrevo até as coisas mais idiotas. Quando o tempo se passar, restarão só essas palavras. Se importe não. É assim.
sábado, 27 de outubro de 2012
Análise
O coração fica apertado. Faz a mente ir longe. Longe demais até. Ninguém entende. Acho o sorriso bonito sim. Talvez o início da paixão tenha se dado por causa desse. Mas isso não é atração. É coisa outra qualquer. É vontade de ter por perto, mesmo que não seja tão perto assim. Ao alcance dos olhos, sabe. Como se, de alguma forma, o teu sorriso fosse capaz de nutrir o meu. Tão meigo e tão tosco. Tão ridículo isso tudo. Tão irracional. Tão inexistente. É assim e vai continuar sendo por um tempo. Adianta nada ser o visitante número um. Não diz nada. Não sei o que pensa. Não sei o que quer. Mas, sei o que não quer e isso deveria bastar. Não é suficiente. O cérebro entende e cuida-se. O coração tapa os ouvidos quando tento lhe dizer verdades. O cérebro formula explicações, busca o real. O coração deixa-o atrapalhado e o faz pensar em algo improvável. Tal situação resulta em um alguém pensando constantemente em um outro alguém.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Entregue.
Pode ser assim. Pode ser do jeito que quiser. Seja. Não seja. Invente-se. Decidi por mim. Escolhi querer. Quero tudo e quero nada. Quero que exista. Tenho medo, mas a coragem ainda é maior. Quero assim, da forma que já é. Com toda a complicação, com todo o medo. Que não mude. Que encante-se. Que permaneça. Permita-se. Permita-me. Dê as melhores gargalhadas. Fale as maiores besteiras. Chore, se precisar. Eu posso ouvir. Não importa o motivo. Estou disposta a isso. Tente ficar bem, apenas. Tantas Marias e tantos Josés fariam a mesma coisa... Por você ou por outra pessoa qualquer. Estou abrindo o coração, a alma. Entre, se quiser. Saia, se preferir. E saiba que, se algum dia ele se fechar, a chave reserva estará embaixo do tapete de entrada.
Pós-terapia.
Isso de ter que escolher é doloroso. Não quero e não posso. Pode até ser que eu pense em toda essa conversa. Mas sério, complicado pensar nisso quando já está com alguém em mente. Não sou capaz de explicar o que sinto. Você não é capaz de entender, também. Sei que quer me ajudar. Na verdade, te procurei pra isso, né?! É. Ver pessoas como pessoas é bem mais fácil. Sem distinção de sexo. A que tem o sorriso mais bonito e a alma mais límpida, atrai. É assim, pra mim. Não sei quando vai mudar. Apenas não quero escolher. Não agora. Tenho mesmo que ter todas as respostas? Na verdade, ainda faltam-me várias... Outras, estão surgindo. Nada muito rápido. Nada devagar demais. Mas sempre com a paciência que for necessária.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Risinho teu.
Tem o sorriso mais lindo. O cabelo está diferente, às vezes. Sei lá... Tenho tentado nem reparar em muita coisa. Mas, em alguns momentos, chega a ser quase inevitável. Sabe aquele tipo de beleza em que nada mais, além da própria presença, é necessário? Pois é. Sem unhas feitas, sem cabelo penteado, sem dente escovado. Não precisa de nada pra se destacar. Natural. Não se conhece e não se reconhece. Talvez isso a deixe ainda mais bela. Diferente. O jeito complicado é atraente. Sempre é. Sabe ter todas as formas em uma pessoa só. Age da maneira correta, na hora certa. Não valoriza. Mas, se é que faz diferença, eu valorizo. Sinta-se. Seja. Mostre-se. Você é mesmo um mistério. Tem charme; graça. Indescritível. As palavras mais belas não conseguiriam descrever. Eu nem poderia, na verdade. Quando escreve-se algo, espera-se apenas sorrisos. Se eu pudesse, teria todos os teus. Sorriso, gargalhada, risadinha. É o conjunto de lábios, dentes e doçura que eu mais aprecio, no momento.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Pra todo dia.
Pensa. Lembra. Ri. Sorri. Olha. Volta. Presta atenção. Escreve. Desenha. Lê. Relê. Escreve. Olha pro outro lado. Levanta. Sai. Volta. Pensa. Olha pro celular. Imagina. Espera sei lá o quê. Conversa com uma pessoa qualquer. Insatisfação. Olha pra ela. Olha pra lá. Pensa. Imagina. Repensa. Escreve. Lê. Concentra. E... no fim do dia, estou novamente esperando um outro sorriso teu.
Dor maior.
Ei, Anjo, estou sentindo sua falta. Tipo saudade, sabe?
Ei, Anjo, já que agora você pode ver todas as coisas, por que não me fala sobre a vida? Conte-me quem eu sou. Fugi tanto dessa dor, que acabei me perdendo. Me perdi em mim. Anjo meu, por que não me diz se estou fazendo o que é certo? Por que não me mostra onde estão as boas almas? Aproxime-se; estou precisando da sua presença. Por que não acalma o coração dessa gente? Eu não estou tendo forças pra isso tudo. Se eu falhar, perdoe-me, por favor. Dói. Estou sentindo falta da vida nossa. Falta de colo. Falta de sermões. Ei, Anjo, não vá muito longe, por favor. Que o meu amor seja sempre o nosso elo. É tudo o que eu tenho. É tudo o que eu sinto. É tudo o que eu posso dar. É a minha parte mais forte. Lembra quando a gente brigava? Eu te escrevia cartinhas e as mandava por baixo da porta do quarto. Não sou muito boa com voz, você sabe. Estou mentalizando cada palavra escrita para que chegue até você. Ei, Anjo, eu te amo.
Ei, Anjo, já que agora você pode ver todas as coisas, por que não me fala sobre a vida? Conte-me quem eu sou. Fugi tanto dessa dor, que acabei me perdendo. Me perdi em mim. Anjo meu, por que não me diz se estou fazendo o que é certo? Por que não me mostra onde estão as boas almas? Aproxime-se; estou precisando da sua presença. Por que não acalma o coração dessa gente? Eu não estou tendo forças pra isso tudo. Se eu falhar, perdoe-me, por favor. Dói. Estou sentindo falta da vida nossa. Falta de colo. Falta de sermões. Ei, Anjo, não vá muito longe, por favor. Que o meu amor seja sempre o nosso elo. É tudo o que eu tenho. É tudo o que eu sinto. É tudo o que eu posso dar. É a minha parte mais forte. Lembra quando a gente brigava? Eu te escrevia cartinhas e as mandava por baixo da porta do quarto. Não sou muito boa com voz, você sabe. Estou mentalizando cada palavra escrita para que chegue até você. Ei, Anjo, eu te amo.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Felicidade alheia.
Deixe que o tempo passe. Deixe que chova na vida. Que lave a alma, que leve toda a dor. Aceite convites. Aceite sorrisos novos. Aceite amor. Pense em coisas outras. Torça para que surja. Queira que dure. Olhe-se. Admire-se. Reconheça-se como perfeição. Sorria. E aproveite a beleza desse sorriso tão lindo. Cuide-se. Ou deixe-se ser cuidada.
domingo, 21 de outubro de 2012
Estranheza.
Precisa ler os textos, revolver as questões, responder no gabarito. Simples e prático. Pensa em tudo, menos na prova. Deseja estar lá fora. Deseja procurar. Deseja continuar pensando naquilo. Sei lá. Qualquer coisa seria mais interessante que estar ali. Calcula o tempo mas não faz os cálculos dos exercícios. O corredor já parece estar movimentado. Pessoas já transitam aqui e ali. Pense rápido. Resolva mais rápido ainda. Termine. Vá atrás.
Nada flui. Tudo é o mais devagar possível. Ufa, fim! Já sai com ansiedade. Avista. Disfarça. Pega o telefone. Liga pra qualquer pessoa. Tenta planejar pra onde vai. Treina um sorriso. Torce para que ninguém esteja por perto. Está. Então... É só um sorriso mesmo. Acena. Recebe um beijo. Vai embora com um sorriso no rosto.
sábado, 20 de outubro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Sonho maior.
A medicina é um sonho, eu sei. Mas faz tempo que tem sido um fardo. É, sei lá. Hora ou outra chegará a minha vez. E tudo bem se não for agora. Acontece que estou percebendo a importância de tantas outras coisas. A grandiosidade e a sabedoria da vivência. Talvez eu adie um pouco esse meu sonho maior. Talvez eu dê abertura para que outros sonhos existam. Sabe, acho que estava enganada... Não quero que o ano acabe logo. Não porque acho que esteja faltando tempo, e sim pelo medo do que irá acontecer. Mas tenho a certeza que quando ele findar, terei no mínimo lembranças boas de algo que eu desejei vivenciar.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Nada demais.
E o que é que tem de especial? Não sei bem. Talvez só um charme admirável que me causa uma compulsória vontade de ficar olhando, contemplando. E um sorriso bonito, também. É.
E aí?
E quando você manda o sorriso ir embora e ele não quer mais voltar? E quando você sente ansiedade pelas coisas mais ridículas? E quando você já tem a resposta pra pergunta que lhe foi feita? E quando você quer que tudo volte ao normal?
terça-feira, 16 de outubro de 2012
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Pra tudo sempre há um motivo. Os tempos ruins vêm. Fica tudo como em dia de tempestade. O céu fica nublado, tenebroso. Os relâmpagos assustam. Os trovões nos fazem sentir medo. Os sonhos se escondem embaixo da cama. Tudo fica tão sem sentido. Mas aí, a chuva vem. Lava a alma, leva o medo embora. E o coração, então, volta a sorrir.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Esgotou-se.
Saudade. Tristeza. Ansiedade. Sei lá. Sinto que eu te disse tudo que poderia. Sério, acho que esse cartão foi meu estopim. Não dá mais. Nem pra mim, nem pra você. Vou sentir saudade de sentir isso por você. Mas, certamente, sempre terá um pouco seu em mim. Não sei se esse tempo foi bom. Mas sei que ruim não foi. Só cansei. Sei que não tem mais futuro algum. Eu irei te ver mil vezes e essas mil vezes serão iguais. Não dá.
Eu tentei cuidar disso, sabe. Quis cuidar de você, de mim. Mas pra isso, deveria existir um "nós". Você sabe muito bem que eu odeio isso de cobrança. Mas acho que nenhum ser humano consegue se doar o tempo todo e não receber nem sorrisos em troca. Sabe, eu não queria que tivesse sido diferente. Foi bom ter tido você desse jeito. Era esse o aprendizado que eu precisava.
Enfim... Só queria que você entendesse que, no fundo, eu só queria uma conversa. Tipo aquelas de gente grande, sabe? Odeio essa falta de diálogo. Odeio fingir que está sempre tudo bem. A partir de hoje, começarei sorrir a outros amores.
Pra não esquecer.
3 coisas na vida que não voltam atrás: o leite derramado, a flecha lançada e a palavra dita.
Meu Deus!
Ah! Se já não bastasse as merdas de hoje! A outra sempre fala, quando vai me dizer 'tchau': "Vê se não arruma mais nenhuma confusão!". Esse conselho sempre se perde em meio aos meus pensamentos inúteis. O que acontece? Merdas e mais merdas (risos). De gênio e gay todo mundo tem um pouco. A frase não é minha. Isso está longe de ser comprovação científica. Mas é experiência de vida, sério. Engraçado, né, isso de gostar de quem é diferente nunca dá certo. Sei lá. Deve ser um defeito meu (mais um deles). Pelo menos eu não tenho mania de escrever risadas desordenadas.
Todo mundo é diferente de todo mundo. Os mais diferentes se destacam. Se tornam especiais, sei lá. São mais visíveis, entende? Nem eu entendo. Eu vejo coisa onde não tem. Ou às vezes tem e só eu vejo. Já existiu coisa que eu não vi. Já vi coisa que não existia. De alguma forma, todas deram certo. Ser cara-de-pau é bom, às vezes. Sei onde as coisas vão chegar não. Sei nem se vão chegar (risos). Mas, que aconteça o melhor. Depois eu penso no que fazer.
A verdade é que eu sempre penso mais no outro que em mim, né. Então, eu é que tenho que sentir medo. Os outros, eu protejo.
Todo mundo é diferente de todo mundo. Os mais diferentes se destacam. Se tornam especiais, sei lá. São mais visíveis, entende? Nem eu entendo. Eu vejo coisa onde não tem. Ou às vezes tem e só eu vejo. Já existiu coisa que eu não vi. Já vi coisa que não existia. De alguma forma, todas deram certo. Ser cara-de-pau é bom, às vezes. Sei onde as coisas vão chegar não. Sei nem se vão chegar (risos). Mas, que aconteça o melhor. Depois eu penso no que fazer.
A verdade é que eu sempre penso mais no outro que em mim, né. Então, eu é que tenho que sentir medo. Os outros, eu protejo.
Gervaso.
Eu: Ou, e essas mensagens aí? Prestar atenção na aula que é bom...
Me respondeu com um sorriso.
Eu: Cheia de rolos. Pela sua cara, deve ser mensagem pornográfica!
Ela: Você queria que eu tivesse mandando pra você, né?
Eu: Não! (o "não" mais assustado do mundo)
Ela: É, to te sacando!
Eu: Mesmo se fosse pra mim... Eu não iria responder! Eu presto atenção na aula. Não fico mandando mensagens.
Ela: Ah é?
Eu: É.
Ela: Se prestasse tanta atenção na aula, estaria olhando pra frente e não pra mim, né?
Eu: É.
Me respondeu com um sorriso.
Eu: Cheia de rolos. Pela sua cara, deve ser mensagem pornográfica!
Ela: Você queria que eu tivesse mandando pra você, né?
Eu: Não! (o "não" mais assustado do mundo)
Ela: É, to te sacando!
Eu: Mesmo se fosse pra mim... Eu não iria responder! Eu presto atenção na aula. Não fico mandando mensagens.
Ela: Ah é?
Eu: É.
Ela: Se prestasse tanta atenção na aula, estaria olhando pra frente e não pra mim, né?
Eu: É.
domingo, 7 de outubro de 2012
Feriado.
Anjos meus! Nem estou acreditando que os verei. A alma fica perto mesmo quando se está longe, eu sei. Mas o coração bate mais forte quando os braços se entrelaçam ou quando as macias mãos apertam as bochechas. Pequenina que veio ao mundo recentemente, estou ansiosa para lhe conhecer. É, algo bom irá acontecer. Minha alma está a sorrir!
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Anjos.
Qualquer interação afetuosa, entre duas pessoas, se inicia quando surge a admiração. Aí, é como se aquele sentimento já tivesse sido cativado em outras vidas. Algumas pessoas surgem como anjos. Você é um anjo pra ela. Ela é um anjo para você. Amor é assim... Sentimento puro, espontâneo, inundado de admiração. E sabe, encontrar essas pessoas é a melhor coisa do mundo. É grandioso. Mas hoje eu senti medo... Medo de perder, medo de ficar longe. Afinal, anjos existem para cumprir uma missão. Nem sempre é pra vida toda. Eterno é só o amor que fica.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Pensamentos aleatórios.
Passei o dia pensando em você. Pensei em como as conversas são boas, no quanto fico feliz quando te sinto por perto. Fez bem e fez mal. Um dia te tenho, no outro já não tenho mais. Não há nada a ser resolvido já que nunca oficializamos nada. O problema sou eu. Acho que estou cansando desses meio-amores.
Tenho algumas lembranças, apenas. Estão guardadas de uma forma extremamente especial. Mas, acho melhor que fiquem guardadas. Sem arrependimentos. Tudo que eu tinha pra lhe dizer foi dito. Lágrimas foram derramadas. Sei lá. Te quero por perto. Esse desapego é pior que a dor de paixão. Entristece a alma. Até o Sol sorriu meio tímido hoje.
Me sinto traída por mim, sabe? É uma sensação nova. O coração sempre sobrepõe a razão. Daí a gente idealiza situações que não são reais e nunca vão existir. Te amo de uma forma pura, diferente. Mas ultimamente tem sido doloroso pensar no seu cotidiano.
domingo, 30 de setembro de 2012
Entrega especial.
Quis ser gente grande. Quis quarto rosa. Quis irmã. Quis um pouco de tudo. Quis casar. Quis a primeira menstruação. Quis pessoas. Quis colo de mãe. Quis amor de pai. Quis sumir. Quis que tudo fosse diferente. Quis outra vida. Hoje, quero que tudo seja exatamente como foi. E que seja exatamente como deve ser. Sou ansiosa. Tenho medo. Quero ter o futuro nas mãos. E quantas vezes a vida já veio mostrar que eu não mando em nada? Inúmeras. Quero a transparência da alma. Quero confiar plenamente em algo maior. Tô carente de fé, de alma. Quis ser mãe e ainda quero. Quero ser médica. Quero que, em mim, o egoísmo humano seja mais ameno. Quero estar bem comigo mesma. Quero me amar. É... Ensinam tanto que devemos amar o próximo. Por que não ensinam como amar a gente mesmo? Eu tenho a mim. E não quero querer mais coisa nenhuma. Que os outros amores venham como complemento. Sei o que quero, o que não quero. Sei que vou querer coisa demais. Sei que não vou querer mais. Desde que eu não me abandone, tudo será válido. É. A felicidade depende da nossa crença, né? Cético nenhum conseguiu explicar a vida humana. Sabe... Nesse momento tudo que quero (além de curar os pulmões) é um pouco mais de loucura. Aliás, quero toda a loucura do mundo!!! Loucos têm fé em tudo. Loucos não têm medo. Loucos têm vida. Loucos são capazes de saber que nada os pertence. Loucos amam loucamente. Loucos se apoiam, mesmo na sua loucura. Se de médico e louco todo mundo tem um pouco, eu troco meu pouco de médico por mais um tanto de louco.
A verdade é que de minha essa vida não tem nada. Sei que estão me instruindo muito bem. Sei que tudo tem um motivo maior do que eu posso ver. Estou entregando. Entregando tudo que tenho e tudo que sou. Estou entregando à mim. Estou entregando à vida, ao Sol. Que seja no tempo certo. Que ocorra da melhor forma possível. Que seja quando for pra ser. E que eu seja feliz. Afinal, não fazemos nada além de buscar, incessantemente, a felicidade. Que eu deixe de apenas existir e consiga viver.
A verdade é que de minha essa vida não tem nada. Sei que estão me instruindo muito bem. Sei que tudo tem um motivo maior do que eu posso ver. Estou entregando. Entregando tudo que tenho e tudo que sou. Estou entregando à mim. Estou entregando à vida, ao Sol. Que seja no tempo certo. Que ocorra da melhor forma possível. Que seja quando for pra ser. E que eu seja feliz. Afinal, não fazemos nada além de buscar, incessantemente, a felicidade. Que eu deixe de apenas existir e consiga viver.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Happy Birthday!
Essas datas servem sei lá pra quê. A gente sente saudade de quem é importante. Sente tanta saudade que nem aproveita os que estão por perto. Comemoração deve ser algo espontâneo, surgir de dentro da alma. Não se comemora datas e dias. Mas as cartas recebidas valeram a pena. Os sorrisos, as mensagens, os votos. É, os anos passam. Pessoas vêm, vão, voltam. Saudade dói. A gente chora. Presentes representam carinho. Abraços expressam amor. Palavras escrevem sentimentos. E a euforia a gente vê no fundo dos olhos. Gente bonita aparece no caminho. Sei lá pra quê. Sei lá por quê.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Coisas sem explicação.
Preocupa-se. Manda mensagem. Liga. O outro não atende. Liga de novo. Escreve as coisas mais lindas. Tenta novamente. Conta e canta histórias diversas. Eu te amo. Blá blá blá. "Exagerado, jogado aos seus pés". E sei lá o quê.
Cansa, descansa. Escreve e apaga. O dia todo, você está nos pensamentos. Não se importa. Rejeita. E a estrada é l
on
g
a
Sei pra quê não. Isso de amor é complicado, né? Tão complicado que faz a gente desacreditar. E, devagarzinho, a gente vai até deixando de amar. Começa quando deixamos os livros e filmes românticos de lado e passamos a ler livros de jornalistas.
Os perfumes já não são tão cheirosos. As flores não são tão belas. Os finais de filmes não provocam choro. As pessoas ficam mais feias e sem encanto.
Primeiro amor se veio, se vai. Volta!
Segunda chamada de vestibular é aceitável. Mas ser segunda opção? Nananinanão.
Se é pra ser amor, que seja espontâneo. Se é pra ser bom, que seja pra todos. Se é pra ser, que seja maduro. "Eduardo e Mônica" é só na música, eu sei. Mas... se não fosse pra gente ser feliz, Deus não teria caprichado tanto nos detalhes, né.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Chove, chuva!
Chuva! Vem, chuva! Chove! Lave a alma, leve as tristezas. Acaricie esse coração amedrontado. Enxague os olhos chorosos. Leve para longe essa ansiedade. Mate essa saudade. Traga amor, leve o calor. Ocupe, por instantes, o lugar do sol ardente. Enquanto isso, ele estará escondido, se arrumando, pra voltar ainda mais lindo. Renove os dias, chuva, com seu cheiro de calma.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
domingo, 2 de setembro de 2012
Mer**
E mais uma vez essa história de "você não deu valor". Complicado isso, viu? Eu dei valor, você deu valor. Não foi falta de valor nem falta de amor. Pode até ter sido falta de vontade minha... Mas já falamos sobre isso, né? Você sabe muito bem dos meus motivos e, sempre que algo não te agrada, vem com isso de "falta de valor". Hoje em dia você diz que a ama, ela diz que você é a vida dela. Mas não se esqueça que você também já disse isso pra mim. Tudo é época. Isso de "amor" não é coisa que surge assim. Mas, que seja. A humanidade ainda insiste nisso de achar que pra existência de um amor, o anterior tem que acabar. Se são mais felizes crendo nisso, que sejam! E bebam tequila, também.
sábado, 1 de setembro de 2012
Ponto final.
Falei pra você interpretar o 'ponto final' que te mandei por mensagem. Nem eu sabia o que significava, sabia? Pois é. Descobrimos juntas. Era o nosso fim, né. Fim que, pra mim, ainda não tinha acontecido. Mais cedo ou mais tarde eu tinha que sentir o luto.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
Minha, sua.
Sinto falta daquilo que a gente era. Daquilo que a gente sentia, do amor que a gente tinha. Não sei mais como é entre você e seu novo par. Quero saber também não. Sei lá... Deu um certo ciume quando ouvi você falando do seu dia-dia. Tá tendo o que sempre quis, né? A família, as responsabilidades de casa, casamento. E eu também estou da forma que escolhi... Os livros, a escola, o cursinho, a medicina. É, eu sinto muito a sua falta. Mas eu faria a mesma coisa... Não há arrependimento do que já foi feito. Só que sei lá, consigo ter isso de amizade não. Tenho malícia, desejo, falta de carinho seu. Tenho ternura, alegria em falar com você. Não é o certo, eu sei. Por que eu to falando sobre isso? Sei também não. É só que deu vontade de registrar essa falta de você que surgiu em mim. Essas últimas conversas foram estranhas... Não te senti minha, nem me senti sua. Mas deu uma saudade de quando eu achava que você era minha e de mais ninguém. Deu uma vontade de te ligar sem me preocupar com nada. Deu vontade de te chamar de 'amor'. Amor seu, amor meu, nosso amor. Saudade da cama, das chatices, de você falando do cheiro do meu hidratante. Sabe aquele anjinho da latinha??? Tem seu perfume até hoje! Enfim... Logo isso passa!
domingo, 12 de agosto de 2012
Tempos.
Ontem eu fui atendida por aquele garçom que sempre atendia a gente. Praça de alimentação tava cheia e eu com a mesma mania: nada de observar as pessoas que estavam ao meu redor. Fui ao cinema, tomei um litro de refrigerante zero calorias. Coca-Cola. Sai do filme me sentindo meio grávida... Odeio ficar vendo coisa de gestante por muito tempo. Mas hoje, descobri que isso não é coisa só minha (rs). Vieram me falar dessa vontade de ser mãe. É, o tempo passou, eu passei e você também. Mudamos, tomamos rumos diferentes. O garçom ainda era o mesmo, a nostalgia também. Senti sua falta. Dormi pensando, lembrando. Acordei com saudade. Passou.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Gente só.
Já fui a tantos lugares, experimentei tantas dores. Senti variados aromas e odores. Amei homem, mulher e criança. Fui filha e mãe. Me senti coitada, heroína, apaixonada. Fiz caras, bocas e caretas. Gritei poesia e palavrão. Conheci gente pobre, rica, desgraçada, bem sucedida, adorável e insuportável. Fui pra lugares que não pareciam comigo. Falei 'oi' pra desconhecido, ignorei gente importante. Tive dois cachorros e uma tartaruga. Tive uma mãe, um pai. Escrevi história minha e inventada. Sorvete. A sequência não existe, nem a lógica. Os fatos são independentes como em literatura de cordel, depois se unem e formam um conto novo. Partes da minha vida. Sou nova, vivi nada ainda... Saí das fraudas faz pouco tempo. Desesperei, chorei, ri, roí unha e arranquei casquinha de machucado. Tenho fotos em que estou rindo, chorando, emburrada, aborrecida, insatisfeita, soltando foguetes. Comprei coisas que nunca usei, umas estão guardadas, outras eu doei. Senti pena. Escrevi cartas. Fiz careta. Li muitos livros. Reclamei e agradeci. Ciclos se formaram, se desfizeram. Vi nascimentos. Quis ser gente grande. Fiz coisas que não devia. E sempre, no fim de tudo isso, só me resta eu mesma. Pessoas vão, voltam, ficam, somem. Só resta pra gente, a gente mesmo. Daí arrumamos o que dá, fazemos planos pro futuro e esperamos o que ainda vem, torcendo pra que seja boa coisa.
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