sábado, 9 de fevereiro de 2013
Tortura sonhada.
Hoje me perguntaram se eu ainda escrevia aqueles meus contos eróticos. Por um instante, pensei em dizer que sim. Pois, apesar de não serem postados, ainda há um outro rascunho perdido na gaveta da escrivaninha. Mas, ao mesmo tempo, tenho fugido tanto dessas histórias. O último rascunho foi o relato de um sonho. E que sonho! Há muito tempo eu não tinha um desses. Tão real. Acordei como se eu tivesse vivido aquilo. Passado alguns momentos com quem eu mais desejei estar. Tocado. Declarado. Explicado toda essa confusão. E no sonho, eu não precisava esconder o que era, pra mim, tão real. Ela havia perdido todo o medo. Estava ali, entregue. Despida de temores. E literalmente despida. Tão minha. Escrevi as palavras que ela me disse. Eu nunca havia pensado em nada daquilo. Em nenhuma daquelas palavras. Talvez seja apenas a criatividade do meu subconsciente entrando em ação. Talvez sejam os pensamentos dela chegando até mim. Não acredito nisso. Não desacredito naquilo. Tanto faz. O tempo vem pra dar um jeito. E o cérebro me faz agir da melhor maneira.
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