sexta-feira, 4 de abril de 2014

Passado sem futuro.

O vinho, o toque, o olhar. O bar, a cama. O beijo, a música. Meu corpo, seu corpo, um só. O sorriso... Tão lindo! Uma pena pensar que tudo começou como deveria acabar. E acabou. A distância esfriou o calor dos corpos, dispersou o perfume e,  vagarosamente, faz com que o meu coração se esqueça de  toda história que a minha mente havia preparado pra nós. Por fim, a saudade, daquilo que não viveremos, se esvai. E num devaneio qualquer, eu te digo: Adeus, menina! Até o próximo vinho. Porque agora o meu coração está aberto novamente.

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