segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Desenrola.
Vem, reclama, vai. Tenta garantir que eu esteja por perto. Quer aquele amor de volta. Ciuminho inho. Boba, bobinha inha. Sabe que isso poderia dar certo, né? Eu e você. Nós. Sei lá. Mas tô cansada de você não me explicar nada. Foi sempre assim. Namora. Não namora. Foge. Some. Volta. Sério, não me atinge mais. É que tô sentindo tanta falta do que não deveria sentir. Aí me esqueço do que tenho. Tenho? Que chatice! E não poderia haver distância entre nós. A frieza da cidade atrai nossos corpos. É como se, instintivamente, desejássemos mais do que cumprimentos. Mais que abraços. Mais que beijinhos de despedida. Mais perto. Junto. Sabe do que tô falando? Eu entendo seus olhares. Mas me falta tanta coragem. Desculpe-me, não estou muito bem. Aqui me entristece, me traz lembraças, saudades, esperança. Preciso voltar! Voltar pro meu mundo, voltar pra você, voltar pra mim, voltar pra quem me precisa. Impus uma condição quando lhe entreguei aquele cartão. E você? Nada ainda. E aí? O mês tá acabando. Fim de férias e blá blá. A menina, que faz você se sentir tão incomodada, está aqui. Está no passado. Está onde ela quis ficar. Resolva-se logo, por favor. Tô tão cansada de bobeirinha. Tô querendo mais que isso. Você sabe. Me conhece.
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