terça-feira, 8 de janeiro de 2013
O que é real.
Na verdade, queria cuidar dela. Cuidar para que fosse bom. Para que fosse respeitada. Para que não sofresse. Cuidar para que fosse tudo no tempo dela. Cuidar para não prejudicá-la. Cuidar da discrição. Cuidar com carinho. Cuidar da amizade. Ouvir desabafos, choros, incertezas. Aconselhar. Cuidar para que fosse amada. E para que vivesse um amor. Mandar flor, escrever bilhetinho. Cuidar para que não se sentisse presa. Cuidar para que tivesse a liberdade de agir como seus sentimentos mandassem. Cuidar para que não tivesse pressa. Queria ser a pessoa madura que a fizesse feliz por um tempo. Que lhe mostrasse as novas experiências.Queria ser alguém para... cuidar dela. Alguém para que ela experimentasse. Alguém com gosto de proibido. Alguém preparado para aceitar que, em algum dia, ela partiria para conhecer o mundo. Alguém que aceitasse que o amadurecimento que ela ganharia poderia servir pra lidar, posteriormente, com o seu verdadeiro amor. Queria ser alguém para não cobrá-la, não pressioná-la. Alguém para amar e soltar. Alguém que andaria quilômetros para vê-la. Alguém disposta. Tudo muito lindo. Tudo muito meu. Tudo cor-de-rosa demais. Tudo de verdade verídica e verdadeira. Ninguém ganha, alguns perdem. Bom, que seja! Tô por aqui. Tô indo embora.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário