Nada lhe serviria hoje, nada era suficiente. Ressurgira aquela estrela que estava apagada, guardada no fundo de suas lembranças. Seria possível ainda existir alguém assim, com tantas qualidades, com tanto em comum? Sim, ali estava, ali nascera a nova flor. Onde está sua força para cultivá-la? Brotara. Tudo que sabia e sentia era que queria estar mais próxima a partir de então, para regar esse sentimento que ninguém seria capaz de entender, só ela mesma. Tantos objetivos... onde chegaria? Se lembrara bem do fim anterior. Mas, nada aparece por acaso em nossos caminhos, nada; e necessariamente a explicação, em algum lugar, existia. Onde estava?
Tudo fora tão fugaz, tão ríspido e, ao mesmo tempo, tão intenso, com tamanha importância. Integro. Tudo ressurgira, nascera. Onde está, garota, a sua força para cultivá-la? A única certeza que a rondava é a de que não deveria deixar a fugacidade da situação superar suas forças, seu íntimo. Cultive-la, sim, cultive-a.
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